O que se pode concluir do facto de o representante máximo de um partido político afirmar que a melhor solução é, não sendo no seu partido, o voto massivo no principal partido da oposição?
Básico não?
É a plena constatação de que a continuidade das politicas conduzidas está assegurada, de outra forma não é lógica a afirmação.
Bi-partidarismo?- Nem isso!
Duas cabeças um só corpo.
Sociedade voluntária
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sexta-feira, 24 de julho de 2015
Meta - realidade XIII
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quinta-feira, 2 de julho de 2015
O monstro.
Nunca o “monstro” foi tão grande e tão forte.
Nesta fase da história não se pode confrontar o “monstro”
de frente, o monstro é capaz de tudo para se manter dominante, sente-se afrontado,
não pode voltar atrás pois isso significa a sua morte como “monstro”.
Um monstro que é verdadeiramente “monstro” devora, essa é
uma das características que o define, outra é o medo, mete medo, muito medo e é
tanto o medo que a maioria deixa-se devorar, preferindo existir na barriga do
bicho a tentar a soberania, não de frente que ele não perdoa.
Na aldeia quase todos foram comidos, inicialmente os mais
fracos como manda a lei, aqueles com poucos recursos militares e económicos e
eram apetitosos, alimentaram o “monstro” que cresceu a proporções desmedidas,
agora, agora precisa de muito mais alimento, precisa de todo o alimento que
existe na aldeia.
Aqueles poucos que ainda pensavam em resistir ao monstro,
conseguiu ele, não ainda devorá-los mas criar-lhes a dúvida de que o bicho é
realmente monstruoso, permitindo-lhes sobreviver com algumas benesses.
Os únicos que enxergam o “monstro” tal qual ele é,
entendem o que está a fazer e não concebem ser devorados de forma alguma são os
que vivem fora da aldeia e esses sabem que o “monstro” não pode ser enfrentado, tem de ser levado a cair numa armadilha para que morra sozinho.
Assim não é de estranhar que alguns aldeões andem numa
corrida louca para trás e para a frente numa tentativa desesperada de não serem
devorados e simultaneamente de apaziguar o “ monstro” relembrando que não há
intenção de enfrentá-lo.
O “monstro” vai morrer, disso não existe duvida, a
questão é se devora tudo á sua volta ou fica algum aldeão vivo.
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terça-feira, 30 de junho de 2015
Somos todos Gregos!
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