Ó António,
num contexto económico em que o investimento público é "desautorizado" e o investimento privado diminuto que tal libertar as forças criativas dos indivíduos e fazer entrar em circulação as pequenas poupanças dos Portugueses e as suas capacidades de realização?
Como?
Desburocratizar é a palavra de ordem, eliminar taxas e taxinhas, papeis e papelinhos, vistorias, autorizações e impedimentos, facilitar ao máximo a criação de micro-empresas e de auto-emprego e transformar pré-requisitos em pós-conformidades com progressividade controlada.
Sociedade voluntária
Mostrar mensagens com a etiqueta economia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta economia. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Desabafo II
Estou completamente seco.
Tudo o que se está a passar neste país confirma algumas das palavras que tenho escrito, confirma o que todos sabemos mas temos medo de acreditar que seja verdade.
As palavras já não acrescentam valor, está tudo claro, transparente, à frente dos olhos, repetir é frustrante.
Tudo é sabido, resta não aceitar, ter um pouco de respeito próprio como cidadãos, como criadores de riqueza, como seres humanos em pleno século XXI.
Porra!
Tudo o que se está a passar neste país confirma algumas das palavras que tenho escrito, confirma o que todos sabemos mas temos medo de acreditar que seja verdade.
As palavras já não acrescentam valor, está tudo claro, transparente, à frente dos olhos, repetir é frustrante.
Tudo é sabido, resta não aceitar, ter um pouco de respeito próprio como cidadãos, como criadores de riqueza, como seres humanos em pleno século XXI.
Porra!
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Contra os canhões, batatas e feijões!
"we have reached the bottom of our lives.... now we want to think in a different way." - Diz um cidadão grego
sábado, 17 de dezembro de 2011
A economia e as necessidades.
Sabemos que o actual paradigma económico, - o conjunto de interpretações, sob forma de conceitos, tornados regras de modo a permitir organizar a actividade humana no seu desígnio de sobrevivência e resfolgo da incerteza e da dor, chamado de economia, - requer um constante crescimento da mesma, os signos representativos da actividade humana precisam ser de ciclo para ciclo superiores ao anterior para garantir que estamos efectivamente a afastar o fantasma de uma existência dubitativa, dizem-nos!
Chegam mesmo a conceber um limite, um valor mínimo sobre o qual a nossa percepção de segurança, a nossa crença na continuidade da vida está assegurada, abaixo desse valor a vida é heteróclita.
E vivemos assim, geração após geração acreditando que a nossa intervenção no arranjo e rearranjo da matéria tem obrigatoriamente de acrescentar mais, ciclo após ciclo.
Mas será realmente assim? Terá a economia efectivamente que crescer todos os anos mais? Existe a necessidade de um crescimento mínimo determinante para satisfazer os requisitos das populações? É esse acréscimo da actividade económica devolvido às forças que lhe deram origem?
Sabemos que o paradigma actual fomenta, demanda e não se mantém sem um consumo intensivo e constante, temos consciência que consumimos muito mais do que na realidade precisamos, fomos e somos estimulados, verificamos que não são as nossas necessidades que impulsionam um crescimento perpétuo mas o crescimento perpétuo que requer o nosso consumo intensivo e constante.
Tendo este efeito em conta, o aumento das necessidades de determinada sociedade não será tão substancialmente maior no período seguinte que obrigue a valores padrão de crescimento, e mais, sabemos que actualmente é introduzido um factor disruptivo para condicionar a vida útil das produções.
Não são as necessidades dos indivíduos que obrigam a uma produção exponencial é o sistema que o exige.
E porque se adopta um sistema com estas características? Porque é preciso que a sobrevivência das pessoas dependa daquilo que produzem e para manter essa dependência requer-se cada vez maior nível de produção e o interessante é que o proveito de toda esta escalada de produção não reverte equitativamente a todos os sectores da sociedade como seria expectável num circuito fechado que supostamente se pretende eterno.
Como é fácil perceber, um sistema estabelecido no princípio do crescimento exponencial é um sistema falível, pois é impossível um incremento perpétuo com recursos limitados, tal sistema torna-se então ele próprio um ciclo, com fases disformes entre si, finito.
A alternativa, um novo sistema, uma nova forma de ser, um equilíbrio entre as necessidades reais e não induzidas, a repartição da participação dos indivíduos na sua produção, reduzindo a intensidade da participação individual, incorporando excluídos e distribuindo proveitos com justeza.
domingo, 4 de dezembro de 2011
O dia depois do amanhã.
A coisa está feia.
Sabemos bem, e sabemos que vai piorar.
Ouvi recentemente alguém relativamente bem informado dizer;
não sabemos o que aí vem, mas os sinais indicam que é algo grande e mau!
Partilho desta opinião, tenho tentado estar o mais informado possível e os indicadores dizem-me precisamente isso, vem aí algo grande e mau.
A economia está um caos, a mesma receita que conduziu a este resultado está a ser aplicada nos países que ainda estão em crescimento, quase que garantindo o mesmo destino.
O conjunto de regras que nos trouxe até aqui não serve para nos tirar daqui.
O sistema financeiro está sequestrado, ultrapassando a sua função de servir a economia real tornou-se um buraco negro.
A juntar, uma “aparente” tentativa de imposição de doutrinas anti-democráticas e o reposicionamento de grandes forças num teatro que encena a antecipação de um grande conflito militar.
Dissecando;
As economias não vão mais crescer, não com este conjunto de regras, a austeridade espalha-se pelo mundo, os recursos são os mesmos ou menos, para o desenvolvimento de mais países,
esqueçam as exportações, não vão ser a resposta.
O sistema financeiro ultrapassou a sua competência, criou um universo paralelo virtual desligado da base económica e em lugar de servir a economia serve-se dela e condiciona-a.
O paradigma da produção massiva e consumo constante terminou, os empregos e os rendimentos estão a cair.
As liberdades estão a ser limitadas, sub-repticiamente, com governos não eleitos e até com colocação de tecnocratas em governos eleitos.
As movimentações geopolíticas mundiais demonstram posições de totalitarismo, impondo vontades e invadindo soberanias em actos considerados de guerra.
As grandes nações, com real poder internacional fazem lentamente notar a sua preparação para um eventual estado de guerra, torna-se claro o posicionamento estratégico militar em preparação para um conflito.
Seja resultado de um conflito militar mundial, seja resultado de uma expansão global de doutrinas autoritárias/ fascistas o dia de amanhã será feio, assim parece, mas…
no dia depois do amanhã ,os que ficarem, os que sobreviverem terão apenas um imperativo;
construir uma nova sociedade, melhor, mais justa, mais igual e se na presença de doutrinas que apresentem incertezas quanto á sua intenção, o filtro a submeter é e será sempre o da generalização do beneficio e da supressão das divisões.
A reter na memória dos que ficarem;
A economia é a interacção entre seres humanos
A moeda é apenas um meio de troca, não vale por si, mais que o suor de um homem
O trabalho é uma forma de realização do indivíduo, não pode ser forçado
A sociedade é constituída por laços de partilha entre indivíduos e é necessário reservar tempo na vida das pessoas para essa relação.
A desigualdade conduz sempre a uma ruptura
A tecnologia permite libertar o homem
Um homem livre é um homem igual.
Etiquetas:
economia,
finanças,
sociedade,
The day after
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Subscrever:
Mensagens (Atom)
