O eventual acolhimento de jovens refugiados para estudar nas universidades portuguesas revela inteligência por parte do governo.
* Tendo em conta obviamente que ainda precisamos de governo ;)
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Nova série de posts; Ó António!
Ó António,
num contexto económico em que o investimento público é "desautorizado" e o investimento privado diminuto que tal libertar as forças criativas dos indivíduos e fazer entrar em circulação as pequenas poupanças dos Portugueses e as suas capacidades de realização?
Como?
Desburocratizar é a palavra de ordem, eliminar taxas e taxinhas, papeis e papelinhos, vistorias, autorizações e impedimentos, facilitar ao máximo a criação de micro-empresas e de auto-emprego e transformar pré-requisitos em pós-conformidades com progressividade controlada.
num contexto económico em que o investimento público é "desautorizado" e o investimento privado diminuto que tal libertar as forças criativas dos indivíduos e fazer entrar em circulação as pequenas poupanças dos Portugueses e as suas capacidades de realização?
Como?
Desburocratizar é a palavra de ordem, eliminar taxas e taxinhas, papeis e papelinhos, vistorias, autorizações e impedimentos, facilitar ao máximo a criação de micro-empresas e de auto-emprego e transformar pré-requisitos em pós-conformidades com progressividade controlada.
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terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Remodelar o "Hall de entrada".
Tenho dito aqui que em minha opinião a esquerda, leia-se PCP, está num processo de cristalização e que também em minha opinião, precisa de um programa de "remodelação da interface do utilizador", penso que tem caras e valores à altura do "tempo novo" e do século XXI.
A declaração de Jerónimo sobre a "rapariga engraçadinha", deslize diga-se, muito pouco comum vindo do partido, revela o nervosismo das estruturas comunistas que como tenho afirmado percebe que está num caminho de cristalização, o que não se compreende ou talvez sim é a resistência a renovar o "Hall de entrada", um up-grade geracional:
A declaração de Jerónimo sobre a "rapariga engraçadinha", deslize diga-se, muito pouco comum vindo do partido, revela o nervosismo das estruturas comunistas que como tenho afirmado percebe que está num caminho de cristalização, o que não se compreende ou talvez sim é a resistência a renovar o "Hall de entrada", um up-grade geracional:
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domingo, 6 de dezembro de 2015
O Homem novo.
Com o advento de um governo de suporte de esquerda surgiu
a parangona do “Homem novo”, a título depreciativo é sugerido como um ideal
comunista significando na sua essência o condicionalismo do ser, lendo-se
portanto um cerco ao individuo, às liberdades individuais e como tal, nesta
versão, o homem desprovido de livre arbítrio em nome de uma construção maior,
no fundo de um ideal.
O que não dizem é que também “eles” imaginam um homem
novo, mais, são eles que o estão a construir e o dito é por esta altura um
homem maduro.
O homem novo “deles” não é o super-homem liberto das
amarras ideológicas nem tão pouco religiosas, não é o homem fortalecido na
consciência de si e dos outros, não é o homem que admite sem reservas para si o
mesmo que para os outros nem para os outros o mesmo que para si, não é o homem
que vê a espécie nem tão pouco se revê na espécie, não é o homem que precisa da
natureza, o seu meio é o cimento e o asfalto, não é o homem sujeito às leis
universais, a tecnologia eleva-o acima da carne, não é o homem que reconheça a
necessidade de fraternidade entre os seres humanos, isso cabe à caridade, deus
que cuide dos fracos, dos inadaptados, dos velhos, dos não produtivos, não é o
homem que reclame igualdade, os mais aptos tornam-se os mais fortes e na luta
pela sobrevivência os mais fortes são os escolhidos.
O homem novo “deles” não se libertou, substituiu a
crença, é o homem “economicus” ou melhor o homem “financeirus”, reduziu toda a
dimensão humana a uma questão económica e financeira, o novo deus são os
mercados financeiros, o pecado a não produção básica, elementar, primária pois
consideram a cultura e as artes um desperdício de recursos, reduziram a vida
humana a uma mera existência produtiva, uma existência escrava em que o
conhecimento que nos é transmitido apenas nos prende ainda mais ao ideal que a
“eles” pertence.
O homem novo “deles” é uma máquina, uma máquina que não
pensa, que não sente para além de si, pertence à produção em série em que o
tempo se esgotou na adoração cega e inquestionável da nova deidade: dinheiro, a
entidade omnipotente das sociedades pós-modernas.
Resumindo, “eles” é que estão a criar o homem novo, o
velho homem novo.
terça-feira, 17 de novembro de 2015
terça-feira, 10 de novembro de 2015
Posso vender* um conselho?
Que tal marcar uma reunião com Putin para aprender fundamentais noções de estratégia política?
É que o monstro vai atacar e convém antecipar e delinear como responder aos ataques.
*Porque se os conselhos fossem garantia não se davam, vendiam-se.
É que o monstro vai atacar e convém antecipar e delinear como responder aos ataques.
*Porque se os conselhos fossem garantia não se davam, vendiam-se.
domingo, 8 de novembro de 2015
Salário mínimo nacional.
Parece-me decepcionante, insuficiente, neste escalão de rendimentos qualquer acrescento é canalizado maioritariamente para uma melhoria das condições básicas de sobrevivência, nomeadamente a qualidade alimentar do agregado familiar e como tal o consumo predominante de produtos produzidos em Portugal.
Assim proponho a meta de 605 euros em dois anos, ou seja 555 euros em 2016 e 605 em 2017.
A haver necessidade de compensação às empresas deveria ser encontrada nos custos de contexto, nos custos inerentes à produção como custo da energia (electricidade, gás e/ou combustível) ou outros que melhor que eu saberão encontrar e negociar.
Assim proponho a meta de 605 euros em dois anos, ou seja 555 euros em 2016 e 605 em 2017.
A haver necessidade de compensação às empresas deveria ser encontrada nos custos de contexto, nos custos inerentes à produção como custo da energia (electricidade, gás e/ou combustível) ou outros que melhor que eu saberão encontrar e negociar.
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Ao cuidado do governo de esquerda
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Gostamos verdadeiramente do mundo em que vivemos?
Eu não!
Noventa mil euros mensais de reforma enquanto milhares de idosos vivem abaixo do limiar da pobreza?
Noventa mil euros por ano já considero muito.
Abençoado Espírito...Santo.
Noventa mil euros mensais de reforma enquanto milhares de idosos vivem abaixo do limiar da pobreza?
Noventa mil euros por ano já considero muito.
Abençoado Espírito...Santo.
domingo, 1 de novembro de 2015
O homem rude.
Eram imagens da campanha, Jerónimo cumprimentava um homem, rude, rude de trabalho entenda-se, a face sulcada por uma vida de esforço.
Jerónimo ditava-lhe as máximas, “- Camarada temos de reforçar a posição da CDU para lutar contra esta política de direita.”,”- Blá blá blá, blá blá blá a CDU isto, a CDU aquilo.
O homem ouviu, concordou e retorquiu “- Certo, mas se for preciso temos de dar a mão ao PS”
Quantos homens rudes terá encontrado Jerónimo?
Há muito que a esquerda devia ter abandonado a trincheira, esperar que o vento mude completamente de direcção não é uma estratégia ganhadora, compreendo os fundamentos mas também sei que uma guerra é composta por inúmeras batalhas e na arte da guerra é possível dar uma batalha a ganhar ao inimigo se isso contribuir para a vitória na guerra. A possibilidade de trabalhar por dentro ao invés de cristalizar por fora. Confusão, como é que pessoas pobres são de direita, beijam e aplaudem Passos e Portas, claro que sei e uma das razões é o Papão, de comer criancinhas e isso só pode ser desmontado por dentro. Dadas as circunstâncias em que vivemos, um governo de esquerda não precisa de fazer muito para garantir duas legislaturas, é dar uma batalha a ganhar ao inimigo ou seja respeitar os acordos europeus porque os Portugueses não tendo conhecimento intrínseco da questão assim o entendem e porque mesmo dentro do quintal muita coisa pode ser feita e, ganhar outra em favor da grande massa dos desfavorecidos, principalmente aqueles que são pobres tendo trabalho e reformados mais pobres, provando que mesmo com limitações é possível outra distribuição dos sacrifícios.
Dar uma batalha a ganhar permite conquistar tempo, tempo para que a realidade internacional se altere pois os sinais de mudança começam a surgir e a probabilidade de tempos mais favoráveis a uma política de esquerda pode estar ao virar da esquina. Quem detiver o poder nesse novo tempo e beneficiar dessas favoráveis condições determinará o curso político da próxima década.
Há muito que a esquerda devia ter abandonado a trincheira, esperar que o vento mude completamente de direcção não é uma estratégia ganhadora, compreendo os fundamentos mas também sei que uma guerra é composta por inúmeras batalhas e na arte da guerra é possível dar uma batalha a ganhar ao inimigo se isso contribuir para a vitória na guerra. A possibilidade de trabalhar por dentro ao invés de cristalizar por fora. Confusão, como é que pessoas pobres são de direita, beijam e aplaudem Passos e Portas, claro que sei e uma das razões é o Papão, de comer criancinhas e isso só pode ser desmontado por dentro. Dadas as circunstâncias em que vivemos, um governo de esquerda não precisa de fazer muito para garantir duas legislaturas, é dar uma batalha a ganhar ao inimigo ou seja respeitar os acordos europeus porque os Portugueses não tendo conhecimento intrínseco da questão assim o entendem e porque mesmo dentro do quintal muita coisa pode ser feita e, ganhar outra em favor da grande massa dos desfavorecidos, principalmente aqueles que são pobres tendo trabalho e reformados mais pobres, provando que mesmo com limitações é possível outra distribuição dos sacrifícios.
Dar uma batalha a ganhar permite conquistar tempo, tempo para que a realidade internacional se altere pois os sinais de mudança começam a surgir e a probabilidade de tempos mais favoráveis a uma política de esquerda pode estar ao virar da esquina. Quem detiver o poder nesse novo tempo e beneficiar dessas favoráveis condições determinará o curso político da próxima década.
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segunda-feira, 26 de outubro de 2015
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Ainda a questão da Nato...
NATO would collapse. Greeks would refuse to fight. Serbs would be a war in the middle of all this. Cypriots would refuse to fight. Turkey would likely also refuse to die in a war they could only lose from. Bulgaria would probably have a revolution. Romania and Italy and Spain and Portugal would not long suffer heavy casualties before their unpopular governments were overthrown. France more than likely also. US couldn’t fully concentrate their army as they would have to release their grip on all other sectors which in turn would be blowing up.
The possibility of premeditated war with Russia is real; this was never a possibility during Soviet times.
The possibility of premeditated war with Russia is real; this was never a possibility during Soviet times.
terça-feira, 20 de outubro de 2015
Acerca da Nato...
Temos ouvido falar muito em NATO nestes últimos dias, em
como a questão da participação de Portugal na organização seria um factor de
impedimento a uma frente de esquerda. Ouvimos também uma tendência para
desvalorizar a questão, assim há que, a bem do entendimento destes assuntos
coloca-la em dois planos:
O plano da vida material das pessoas ou seja a melhoria
das condições do dia-a-dia das pessoas, dos portugueses empobrecidos ao longo
destes quatro anos, neste plano a questão Nato é básica, não impede os partidos
de esquerdas de conseguir reverter e melhorar as condições de vida dos
pensionistas e reformados mais pobres e alterar uma realidade que considero das
mais desumanas e conceptualmente mais difícil de aceitar, a pessoa que
trabalha, que tem emprego mas é pobre porque o rendimento do seu trabalho não
lhe permite sair da pobreza, triste muito triste.
Agora, no plano internacional, no plano geoestratégico de
facto neste momento a questão tem uma importância que nunca teve desde a
desintegração da União Soviética.
Aquando das negociações entre o Ocidente e Gorbatchev foi
prometido que a Nato não avançaria para os ex-países soviéticos facto que não
foi consumado encaminhando a construção de um cercamento da Rússia que precisamente
hoje se encontra num ponto de tenção entre as duas estruturas militares à muito
não visto.
Acontece que neste momento a Nato organiza os maiores exercícios
militares jamais realizados no mediterrâneo, relevando a posição de Portugal
nesta organização.
Vai Portugal integrar uma força militar para entrar numa
guerra com a Rússia e eventual apoio da China?
O assunto como se vê é de extrema importância.
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
O milagre da multiplicação dos Euros.
Agora que está em causa a permanência no poder já existe margem para aliviar um pouco o peso da austeridade sobre os portugueses.
Ai poder a quanto obrigas.
Ai poder a quanto obrigas.
terça-feira, 13 de outubro de 2015
Esquerda radical
Andaram estes quatro anos a dizer que o PCP era um partido institucional, no pico da crise chegaram inclusivamente a agradecer ao PC o facto de canalizar o descontentamento geral impedindo dessa forma o surgimento de episódios de violência como registado em outros países, agora o Partido Comunista e o Bloco são radicais.
Fria, muito fria.
E a vingança, no PS não se serve fria?
Penso que os Socráticos gostam dessa iguaria bem gelada!
Penso que os Socráticos gostam dessa iguaria bem gelada!
Uma questão realmente sem importância!
Vai António Costa deixar passar a oportunidade de ser primeiro-ministro para que Passos Coelho possa sê-lo?
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