Parece-me decepcionante, insuficiente, neste escalão de rendimentos qualquer acrescento é canalizado maioritariamente para uma melhoria das condições básicas de sobrevivência, nomeadamente a qualidade alimentar do agregado familiar e como tal o consumo predominante de produtos produzidos em Portugal.
Assim proponho a meta de 605 euros em dois anos, ou seja 555 euros em 2016 e 605 em 2017.
A haver necessidade de compensação às empresas deveria ser encontrada nos custos de contexto, nos custos inerentes à produção como custo da energia (electricidade, gás e/ou combustível) ou outros que melhor que eu saberão encontrar e negociar.
domingo, 8 de novembro de 2015
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Gostamos verdadeiramente do mundo em que vivemos?
Eu não!
Noventa mil euros mensais de reforma enquanto milhares de idosos vivem abaixo do limiar da pobreza?
Noventa mil euros por ano já considero muito.
Abençoado Espírito...Santo.
Noventa mil euros mensais de reforma enquanto milhares de idosos vivem abaixo do limiar da pobreza?
Noventa mil euros por ano já considero muito.
Abençoado Espírito...Santo.
domingo, 1 de novembro de 2015
O homem rude.
Eram imagens da campanha, Jerónimo cumprimentava um homem, rude, rude de trabalho entenda-se, a face sulcada por uma vida de esforço.
Jerónimo ditava-lhe as máximas, “- Camarada temos de reforçar a posição da CDU para lutar contra esta política de direita.”,”- Blá blá blá, blá blá blá a CDU isto, a CDU aquilo.
O homem ouviu, concordou e retorquiu “- Certo, mas se for preciso temos de dar a mão ao PS”
Quantos homens rudes terá encontrado Jerónimo?
Há muito que a esquerda devia ter abandonado a trincheira, esperar que o vento mude completamente de direcção não é uma estratégia ganhadora, compreendo os fundamentos mas também sei que uma guerra é composta por inúmeras batalhas e na arte da guerra é possível dar uma batalha a ganhar ao inimigo se isso contribuir para a vitória na guerra. A possibilidade de trabalhar por dentro ao invés de cristalizar por fora. Confusão, como é que pessoas pobres são de direita, beijam e aplaudem Passos e Portas, claro que sei e uma das razões é o Papão, de comer criancinhas e isso só pode ser desmontado por dentro. Dadas as circunstâncias em que vivemos, um governo de esquerda não precisa de fazer muito para garantir duas legislaturas, é dar uma batalha a ganhar ao inimigo ou seja respeitar os acordos europeus porque os Portugueses não tendo conhecimento intrínseco da questão assim o entendem e porque mesmo dentro do quintal muita coisa pode ser feita e, ganhar outra em favor da grande massa dos desfavorecidos, principalmente aqueles que são pobres tendo trabalho e reformados mais pobres, provando que mesmo com limitações é possível outra distribuição dos sacrifícios.
Dar uma batalha a ganhar permite conquistar tempo, tempo para que a realidade internacional se altere pois os sinais de mudança começam a surgir e a probabilidade de tempos mais favoráveis a uma política de esquerda pode estar ao virar da esquina. Quem detiver o poder nesse novo tempo e beneficiar dessas favoráveis condições determinará o curso político da próxima década.
Há muito que a esquerda devia ter abandonado a trincheira, esperar que o vento mude completamente de direcção não é uma estratégia ganhadora, compreendo os fundamentos mas também sei que uma guerra é composta por inúmeras batalhas e na arte da guerra é possível dar uma batalha a ganhar ao inimigo se isso contribuir para a vitória na guerra. A possibilidade de trabalhar por dentro ao invés de cristalizar por fora. Confusão, como é que pessoas pobres são de direita, beijam e aplaudem Passos e Portas, claro que sei e uma das razões é o Papão, de comer criancinhas e isso só pode ser desmontado por dentro. Dadas as circunstâncias em que vivemos, um governo de esquerda não precisa de fazer muito para garantir duas legislaturas, é dar uma batalha a ganhar ao inimigo ou seja respeitar os acordos europeus porque os Portugueses não tendo conhecimento intrínseco da questão assim o entendem e porque mesmo dentro do quintal muita coisa pode ser feita e, ganhar outra em favor da grande massa dos desfavorecidos, principalmente aqueles que são pobres tendo trabalho e reformados mais pobres, provando que mesmo com limitações é possível outra distribuição dos sacrifícios.
Dar uma batalha a ganhar permite conquistar tempo, tempo para que a realidade internacional se altere pois os sinais de mudança começam a surgir e a probabilidade de tempos mais favoráveis a uma política de esquerda pode estar ao virar da esquina. Quem detiver o poder nesse novo tempo e beneficiar dessas favoráveis condições determinará o curso político da próxima década.
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segunda-feira, 26 de outubro de 2015
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Ainda a questão da Nato...
NATO would collapse. Greeks would refuse to fight. Serbs would be a war in the middle of all this. Cypriots would refuse to fight. Turkey would likely also refuse to die in a war they could only lose from. Bulgaria would probably have a revolution. Romania and Italy and Spain and Portugal would not long suffer heavy casualties before their unpopular governments were overthrown. France more than likely also. US couldn’t fully concentrate their army as they would have to release their grip on all other sectors which in turn would be blowing up.
The possibility of premeditated war with Russia is real; this was never a possibility during Soviet times.
The possibility of premeditated war with Russia is real; this was never a possibility during Soviet times.
terça-feira, 20 de outubro de 2015
Acerca da Nato...
Temos ouvido falar muito em NATO nestes últimos dias, em
como a questão da participação de Portugal na organização seria um factor de
impedimento a uma frente de esquerda. Ouvimos também uma tendência para
desvalorizar a questão, assim há que, a bem do entendimento destes assuntos
coloca-la em dois planos:
O plano da vida material das pessoas ou seja a melhoria
das condições do dia-a-dia das pessoas, dos portugueses empobrecidos ao longo
destes quatro anos, neste plano a questão Nato é básica, não impede os partidos
de esquerdas de conseguir reverter e melhorar as condições de vida dos
pensionistas e reformados mais pobres e alterar uma realidade que considero das
mais desumanas e conceptualmente mais difícil de aceitar, a pessoa que
trabalha, que tem emprego mas é pobre porque o rendimento do seu trabalho não
lhe permite sair da pobreza, triste muito triste.
Agora, no plano internacional, no plano geoestratégico de
facto neste momento a questão tem uma importância que nunca teve desde a
desintegração da União Soviética.
Aquando das negociações entre o Ocidente e Gorbatchev foi
prometido que a Nato não avançaria para os ex-países soviéticos facto que não
foi consumado encaminhando a construção de um cercamento da Rússia que precisamente
hoje se encontra num ponto de tenção entre as duas estruturas militares à muito
não visto.
Acontece que neste momento a Nato organiza os maiores exercícios
militares jamais realizados no mediterrâneo, relevando a posição de Portugal
nesta organização.
Vai Portugal integrar uma força militar para entrar numa
guerra com a Rússia e eventual apoio da China?
O assunto como se vê é de extrema importância.
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
O milagre da multiplicação dos Euros.
Agora que está em causa a permanência no poder já existe margem para aliviar um pouco o peso da austeridade sobre os portugueses.
Ai poder a quanto obrigas.
Ai poder a quanto obrigas.
terça-feira, 13 de outubro de 2015
Esquerda radical
Andaram estes quatro anos a dizer que o PCP era um partido institucional, no pico da crise chegaram inclusivamente a agradecer ao PC o facto de canalizar o descontentamento geral impedindo dessa forma o surgimento de episódios de violência como registado em outros países, agora o Partido Comunista e o Bloco são radicais.
Fria, muito fria.
E a vingança, no PS não se serve fria?
Penso que os Socráticos gostam dessa iguaria bem gelada!
Penso que os Socráticos gostam dessa iguaria bem gelada!
Uma questão realmente sem importância!
Vai António Costa deixar passar a oportunidade de ser primeiro-ministro para que Passos Coelho possa sê-lo?
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
Medo, muito medo.
É vê-los cheios de medo, o pânico instala-se, todos os argumentos servem para impedir a formação de um governo de frente de esquerda.
Acabou-se o arco da governabilidade.
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Meta - realidade XIV
Chegou verdadeiramente a altura de perceber quanto vale um pássaro na mão e quanto valem dois a voar.
domingo, 13 de setembro de 2015
Prendam os gajos esquerdistas à mesa das negociações
Foi despoletada uma onda, num mundo sano o surgimento
desta onda seria natural, seria de esperar como resposta à explícita
significação da actual construção da realidade mas, como não estamos num mundo
são e a informação e os significados encontram-se infiltrados principalmente
pela distorção propagandística a mente lógica não consegue formular os parâmetros
do real e a onda que seria natural surge com alguma qualidade de surpresa.
Para quem segue os acontecimentos com alguma atenção os
anos que agora vivemos têm sido acompanhados sempre com os olhos postos no
eventual momento em que se tornaria visível a manifestação da onda.
Estamos na fase em que a onda ultrapassou os campos menos
densos do pensamento e penetrou a densidade maior da acção, começou na Grécia
com o episódio SYriza depois com a vitória do Podemos nas regionais Espanholas
e avançou agora para Inglaterra com a eleição de Jeremy Corbyn como líder dos Trabalhistas.
A onda é uma onda revolucionária, ainda tímida podemos
chamar-lhe uma onda “esquerdista” no
sentido do constatado no paragrafo acima, mas não nos iludamos é uma onda
revolucionária, as pessoas estão a começar a perceber o “filme” e estão a
perder o medo, para já o “medo intelectual” mas se a pressão continuar (e em
minha opinião vai continuar universalmente) perderão também o medo físico e
nesse caso poderá ser observada pelos tratados clássicos.
As “coisas” começam a ser de tal forma perceptíveis que
alguns dos “ratos doutrinados” começam a abandonar o navio aflitos pelos mares
navegados.
Um desses casos vi ontem no canal E com o excelentíssimo
senhor Manuel Monteiro ex-líder do Cds, em que a dada altura o ilustre
professor confessou fazer umas profundas reflexões de entre as quais uma, a de
que até que ponto alguém poderia ser livre tendo uma hipoteca ao sistema
financeiro relativa ao tecto onde abriga o seu corpo (palavras minhas) e mais
algumas sobre a forma como as privatizações estão a ser realizadas ao ponto do
seu contra-debatente observar que o doutor Monteiro não era o único, não se encontrava
sozinho e que Jerónimo de Sousa o acompanhava.
Eu, zé-ninguém, estupido que nem uma porta, muito antes
dos cinquenta ou sessenta anos de idade já tinha feito essas reflexões e retirado
as minhas conclusões.
È apenas um exemplo do estado das coisas, continuando…
A onda propaga-se, há ligeiros sinais de possível surpresa
nestas eleições, as pessoas estão a começar a perceber, por cá devagar,
devagarinho e se a onda se dissipa sem aproveitamento politico, democrático e
pacifico temo que a próxima seja oposta.
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
Marcelo foi "Avante"
O professor Marcelo foi á festa do Avante e as "gentes" presentes receberam-no calorosamente, está provado que o candidato é um bom candidato.
sábado, 22 de agosto de 2015
Um - 2ª parte
Estamos assim num ponto da História em que o dominante se
tornou tão grande que países individualmente não apresentam a capacidade de
resistir, levando obrigatoriamente a uma resposta dentro da própria dinâmica
construída e impulsionando até a dimensão do processo.
O dominante encontra-se
actualmente numa fase crítica, curiosamente seguindo um padrão universal, pois
na essência é de homens, dos seus pensamentos e acções que estamos a falar.
Parece seguir de certa forma
os mandamentos da lei da conservação da energia, tal como cada um de nós começa,
ao precisar de um fruto de uma árvore, por colher aquele que estiver mais á
mão, que lhe der o menos dispêndio de energia deixando os mais difíceis de
alcançar para o fim, também o dominador deixou para o fim os frutos mais
difíceis de apanhar.
A uniformidade requer os frutos todos, como é óbvio é
condição “sine qua non” do mote um planeta um povo.
Primeiro é necessário dividir, tirar proveito das características
socio-culturais de cada povo para no plano material, físico, concreto dividir, para
impedir a formação de resistências tudo serve, uns são pretos outros são
brancos, uns são cristãos outros muçulmanos, uns tem capital outros força de
trabalho, uns são escolarizados outros analfabetos, uns devem governar outros
ser governados, tudo o possa servir a instigação da diferença entre as pessoas para
que se antagonizem mutuamente e lhes seja afastada a possibilidade de antever o
processo na sua globalidade.
Estando em andamento o processo de divisão está lançada a
semente para a aniquilação da moral ou preferindo da responsabilidade
individual, alterando-lhe a amplitude e o significado.
O sistema económico é de relevante protagonismo tendo o
capitalismo contribuído para o esbatimento moral e ético das sociedades pois
tornou-se definição de uma vida boa o máximo de bens materiais que se obtém
paralelamente a uma dificuldade crescente e desigual em atingir esse objectivo
que se altera constantemente tanto na qualidade como na quantidade e de similar
modo a qualidade e quantidade de acção que é preciso introduzir na organização
com consequente alargamento do espectro do aceitável.
A transição conceptual para o domínio do corpo e dos
sentidos complementa e acrescenta, distorcido o papel do corpo, dos sentidos e
dos desejos, estes servem também a uniformidade, os sentidos deixaram de ser
ferramentas de desenvolvimento do individuo para se tornarem caçadores de
prémios, os desejos deixaram de satisfazer a necessidade para se tornarem eles
próprios necessidade, é preciso desejar a toda a hora e praticamente tudo.
O corpo veículo de desenvolvimento é agora hermético, auto-suficiente,
tudo que se requer é nascer e esperar morrer.
E é importante que assim seja, o corpo como ultimo
desígnio impede-te de levantar os olhos.
Materialmente, a ordem é concentrar, todos os recursos
nas mãos dos representantes do novo deus Pan, concentrar é dominar os recursos
a nível planetário, possuir toda a matéria bruta é determinar a origem, o meio
e a finalidade de todo o sistema produtivo, determinando todo o sistema
produtivo determina-se a vida, o sentido da vida de todos e cada individuo, dos
povos das nações. O sistema produtivo é também um significado cultural, a idiossincrasia
de um povo expressa-se também no que produz e da forma como produz ou no mínimo
na forma como admite que se produza, assim alterar a produção é alterar alguma
da particularidade de um povo.
continua...
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Branco mais branco não há!
Só não percebe quem não quer!
É que a direcção está á vista de todos é só tomar atenção!
De que falo?
De uma merda que me tira do sério, é que são estas merdas que condicionam as mentalidades e encaminham as massas para o destino que lhes foi reservado.
De que falo?
Falo de um gajo cujo atributo de relevo social é zero e porque tem muito dinheiro e resolveu casar é tratado pela comunicação social como um herói nacional.
Mas que merda é esta, o homem é empresário de futebol, não é nenhum vulto de significado cultural.
Mas que cena marada meu!?
A importância, o relevo, o detalhe e relato ao pormenor do acontecimento.
A glorificação do nada e a consagração do dinheiro.
Dói-me mesmo esta merda pá!
É que a direcção está á vista de todos é só tomar atenção!
De que falo?
De uma merda que me tira do sério, é que são estas merdas que condicionam as mentalidades e encaminham as massas para o destino que lhes foi reservado.
De que falo?
Falo de um gajo cujo atributo de relevo social é zero e porque tem muito dinheiro e resolveu casar é tratado pela comunicação social como um herói nacional.
Mas que merda é esta, o homem é empresário de futebol, não é nenhum vulto de significado cultural.
Mas que cena marada meu!?
A importância, o relevo, o detalhe e relato ao pormenor do acontecimento.
A glorificação do nada e a consagração do dinheiro.
Dói-me mesmo esta merda pá!
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