Como 2015 é ano Jubileu, é de esperar que "naturalmente" o perdão de dívida aconteça.
As respectivas conclusões ficam a cargo de cada um, mas os primeiros escravos a ser concedida a libertação aí estão!.
http://www.businessinsider.com/croatia-debt-writeoff-2015-2
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
A Grécia e o Syriza.
“De que vos admirais, perversos? Que é melhor: fazer isso ou administrar a República convosco?”
– Heráclito
O Syriza ganhou as eleições e por cá, na terra dos pequenos, os vassalos surgem a assegurar que o “Armageddon” Grego é inevitável pois é tamanha a heresia em fazer frente ao Império. Mas contra a vontade dos Deuses até o Império se verga e, os Deuses conspiram para que através das acções dos Homens a História possa voltar a ser escrita a várias mãos.
A possibilidade existe, nesta página da História.
A Europa subserviente ao império acompanhou a imposição de sanções (essencialmente de carácter financeiro) á Rússia, a qual respondeu igualmente com sanções económicas das quais a Grécia sofre com redução das exportações. Acresce que paralelamente a Europa determinou reformular as regras relativas ao mercado energético Europeu, regras essas que tentou aplicar a um contrato já anteriormente estabelecido com a Rússia relativo á construção de um pipeline e fornecimento de gás natural á Europa do Sul. Resultado, os Russos alteraram o conceito do fornecimento de gás e o traçado do pipeline, sendo que nesta nova realidade o gasoduto atravessará a Turquia e eventualmente a Grécia para chegar aos países do sul Europeu.
Vislumbra-se o contexto geopolítico?
Dois coelhos de uma só cajadada ou até três!
Historicamente a Grécia tem uma maior afinidade com a Rússia que o resto da Europa, grande parte desta afinidade é religiosa, quando das invasões Otomanas a Igreja Cristã Ortodoxa deslocou-se para a Rússia e aí estabeleceu a sua continuidade. Os Russos ajudaram os Gregos a libertarem-se do jugo Otomano e reconhecem ainda o papel dos Russos na 2ª Guerra mundial e a sua contribuição para a derrota dos Nazis. Assim a História compõe-se, os Gregos têm pela dialéctica histórica a “oportunidade de uma vida”, a possibilidade de que não se fala na televisão.
A Rússia formulou a título de incentivo que se a Grécia sair da União Europeia as sanções serão abolidas tendo em conta que estas se dirigem a países da União. A realidade energética elaborada pelos Europeus revelou-se uma armadilha contra os próprios e a Grécia pode tirar proveito desse facto recebendo dividendos pela travessia do gasoduto, como pode ainda ganhar poder sobre a Europa pela capacidade negocial relativa a essa fonte de energia vital para o continente Europeu.
Não menos importante se a Grécia corresponder ao potencial desta oportunidade apresentada pelos Russos, pode como bónus, acabar ou atenuar significativamente a inimizade secular que persiste com o seu arqui-rival, a Turquia, visto que ambos serão os principais beneficiários e terão todo o interesse em gerir em comum esta “dádiva” dos Russos.
E por ultimo podem repudiar a dívida, mandar a União Europeia ás urtigas e integrar a EEU (Eurasian Economic Union).
Politics it´s a bitch.
O Syriza ganhou as eleições e por cá, na terra dos pequenos, os vassalos surgem a assegurar que o “Armageddon” Grego é inevitável pois é tamanha a heresia em fazer frente ao Império. Mas contra a vontade dos Deuses até o Império se verga e, os Deuses conspiram para que através das acções dos Homens a História possa voltar a ser escrita a várias mãos.
A possibilidade existe, nesta página da História.
A Europa subserviente ao império acompanhou a imposição de sanções (essencialmente de carácter financeiro) á Rússia, a qual respondeu igualmente com sanções económicas das quais a Grécia sofre com redução das exportações. Acresce que paralelamente a Europa determinou reformular as regras relativas ao mercado energético Europeu, regras essas que tentou aplicar a um contrato já anteriormente estabelecido com a Rússia relativo á construção de um pipeline e fornecimento de gás natural á Europa do Sul. Resultado, os Russos alteraram o conceito do fornecimento de gás e o traçado do pipeline, sendo que nesta nova realidade o gasoduto atravessará a Turquia e eventualmente a Grécia para chegar aos países do sul Europeu.
Vislumbra-se o contexto geopolítico?
Dois coelhos de uma só cajadada ou até três!
Historicamente a Grécia tem uma maior afinidade com a Rússia que o resto da Europa, grande parte desta afinidade é religiosa, quando das invasões Otomanas a Igreja Cristã Ortodoxa deslocou-se para a Rússia e aí estabeleceu a sua continuidade. Os Russos ajudaram os Gregos a libertarem-se do jugo Otomano e reconhecem ainda o papel dos Russos na 2ª Guerra mundial e a sua contribuição para a derrota dos Nazis. Assim a História compõe-se, os Gregos têm pela dialéctica histórica a “oportunidade de uma vida”, a possibilidade de que não se fala na televisão.
A Rússia formulou a título de incentivo que se a Grécia sair da União Europeia as sanções serão abolidas tendo em conta que estas se dirigem a países da União. A realidade energética elaborada pelos Europeus revelou-se uma armadilha contra os próprios e a Grécia pode tirar proveito desse facto recebendo dividendos pela travessia do gasoduto, como pode ainda ganhar poder sobre a Europa pela capacidade negocial relativa a essa fonte de energia vital para o continente Europeu.
Não menos importante se a Grécia corresponder ao potencial desta oportunidade apresentada pelos Russos, pode como bónus, acabar ou atenuar significativamente a inimizade secular que persiste com o seu arqui-rival, a Turquia, visto que ambos serão os principais beneficiários e terão todo o interesse em gerir em comum esta “dádiva” dos Russos.
E por ultimo podem repudiar a dívida, mandar a União Europeia ás urtigas e integrar a EEU (Eurasian Economic Union).
Politics it´s a bitch.
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quarta-feira, 18 de junho de 2014
domingo, 15 de junho de 2014
sábado, 19 de abril de 2014
Porque é tempo de "Passagem" !
Porque é tempo de passagem encontro-me estacionado, pode parecer um contra-senso mas na verdade estaciono num local de passagem.
Nos últimos tempos quase o único interesse que me move é o saber, mais do que saber é compreender. Nos últimos tempos a minha condição material degradou-se bastante em parte consequência da crise mas também porque sub-conscientemente sou impulsionado para ocupar todo o tempo na procura de respostas.
Apesar de muito cedo ter desenvolvido um sentido de igualdade, solidariedade e justiça, com 17 anos já argumentava com os amigos não ser possível uma sociedade deixar pessoas a viver em extrema pobreza, intuía também ser uma questão de equilíbrio inerente a um sistema, a qualquer sistema.
Ao longo destes anos a viver e observar os acontecimentos nas sociedades humanas, as relações entre os povos de diferentes geografias, credos e culturas e ao analisar os desenvolvimentos económicos e sociais sempre me pareceu existir algo para além dos explícitos motivos do conflito humano.
Intuitivamente surgia um vazio ao qual era necessário colocar uma moldura para entender os conflitos territoriais, militares, económicos, financeiros, sociais e religiosos, parecia-me que o processo de domínio da humanidade ultrapassava a "simples" apoderarão de recursos naturais, de domínio social ou outros que "aparentemente" são a razão de o mundo estar como está.
Instintivamente dei comigo a seguir os acontecimentos na Ucrânia, dei comigo a dar uma enorme importância aos seus desenvolvimentos sem concretamente saber porquê até perceber o que se estava a passar na "história paralela" ou provavelmente na verdadeira história da humanidade.
Se for este o real percurso, o real desenvolvimento, o ponto de focagem de todo o trajecto da humanidade, então temos vivido numa realidade paralela, numa realidade em que os acontecimentos não são o resultado de um processo evolutivo mas sim de um processo mecânico, pré-construído, determinado.
Se este for o real percurso da humanidade então não somos apenas cobaias dentro de uma jaula, somos cobaias dentro de uma jaula numa ilha perdida.
É mau, perceber que dirigentes mundiais com a responsabilidade de conduzir o mundo se orientam, orientam as suas acções por tais parâmetros, que retrocesso, que condição primária, que perigo.
À luz destas informações o mundo toma outra dimensão, as coisas deixam de ser o que eram para passar a outra, jamais olharemos a realidade da mesma forma.
Porque é tempo de passagem !
São 54 minutos da vossa vida mas acredito que vale mesmo a pena.
Nos últimos tempos quase o único interesse que me move é o saber, mais do que saber é compreender. Nos últimos tempos a minha condição material degradou-se bastante em parte consequência da crise mas também porque sub-conscientemente sou impulsionado para ocupar todo o tempo na procura de respostas.
Apesar de muito cedo ter desenvolvido um sentido de igualdade, solidariedade e justiça, com 17 anos já argumentava com os amigos não ser possível uma sociedade deixar pessoas a viver em extrema pobreza, intuía também ser uma questão de equilíbrio inerente a um sistema, a qualquer sistema.
Ao longo destes anos a viver e observar os acontecimentos nas sociedades humanas, as relações entre os povos de diferentes geografias, credos e culturas e ao analisar os desenvolvimentos económicos e sociais sempre me pareceu existir algo para além dos explícitos motivos do conflito humano.
Intuitivamente surgia um vazio ao qual era necessário colocar uma moldura para entender os conflitos territoriais, militares, económicos, financeiros, sociais e religiosos, parecia-me que o processo de domínio da humanidade ultrapassava a "simples" apoderarão de recursos naturais, de domínio social ou outros que "aparentemente" são a razão de o mundo estar como está.
Instintivamente dei comigo a seguir os acontecimentos na Ucrânia, dei comigo a dar uma enorme importância aos seus desenvolvimentos sem concretamente saber porquê até perceber o que se estava a passar na "história paralela" ou provavelmente na verdadeira história da humanidade.
Se for este o real percurso, o real desenvolvimento, o ponto de focagem de todo o trajecto da humanidade, então temos vivido numa realidade paralela, numa realidade em que os acontecimentos não são o resultado de um processo evolutivo mas sim de um processo mecânico, pré-construído, determinado.
Se este for o real percurso da humanidade então não somos apenas cobaias dentro de uma jaula, somos cobaias dentro de uma jaula numa ilha perdida.
É mau, perceber que dirigentes mundiais com a responsabilidade de conduzir o mundo se orientam, orientam as suas acções por tais parâmetros, que retrocesso, que condição primária, que perigo.
À luz destas informações o mundo toma outra dimensão, as coisas deixam de ser o que eram para passar a outra, jamais olharemos a realidade da mesma forma.
Porque é tempo de passagem !
São 54 minutos da vossa vida mas acredito que vale mesmo a pena.
domingo, 13 de abril de 2014
Meta - realidade VIII .
By by "unipolar world".
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Rússia
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Do ridículo absoluto !
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Quando um povo é tratado como ignorante.
terça-feira, 1 de abril de 2014
1 de Abril - dia dos mentirosos !
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Passos Coelho
sábado, 29 de março de 2014
Financial rock and roll.
" If the social contract is broken, the people must revolt!"
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Max keiser
quarta-feira, 19 de março de 2014
domingo, 16 de março de 2014
domingo, 9 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Meta - realidade VII
Não, não temos de ser competitivos, temos de ser competentes pois a competência é já uma orgânica competitividade.
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domingo, 24 de novembro de 2013
Simulador virtual da realidade simbólica.
Simbólico, o acto protagonizado pelas polícias na escadaria da assembleia, pode, numa 1ª análise conduzir-nos a pensar que a desobediência está à espreita, à esquina e que se expressa numa mensagem categórica em estado latente, mas é a sua expressão teatral, o fecho do pano na peça representada, da qual se retira a moral, a conclusão, que nega a premissa do acto em si, tornando claro que a acção é na realidade uma não acção.
Neste sentido o simbolismo da manifestação policial é semelhante ao simbolismo das recentes manifestações civis; o propósito de alterar a realidade sem querer tocá-la. O governo percebeu perfeitamente que simulação da realidade não é a realidade e substituiu pelo chefe dos secos o chefe dos molhados.
Dizer isto não é defender o uso da violência, é muito pelo contrário, propor a opção da força das convicções por oposição.
A força das convicções não é passear de autocarro e ao fim do dia voltar para casa com a sensação de um dia bem passado, a força das convicções não é romper a barreira dos camaradas, trocar abraços e apertos de mão e voltar para trás porque as febras estão a ficar frias. A força das convicções é recusar o autocarro e recusar ir para casa, é não romper a barreira mas não arredar pé, ontem, hoje, amanhã.
A força das convicções é acção não violenta e pressupõe que o monopólio da violência por parte do Estado se traduz em capacidades muitíssimo desiguais do seu exercício em relação à sociedade civil.
Pressupõe o princípio de que, se não pode combater a violência com violência pelo simples facto de a sua admissão ser a sua legitimação para qualquer outra circunstância, é só mudar a argumentação.
E em terceiro lugar porque no exercício da violência há sempre lugar à probabilidade de perda de vidas e ninguém tem por direito requerer a vida de outrem na defesa de uma causa, (direito este concedido ao Estado, que utiliza o individuo como sua pertença e lhe permite fazer a guerra) ocupando dessa forma o lugar do inimigo.
A força das convicções é desobediência por exigência alteração da realidade, não simulação ou destruição.
Neste sentido o simbolismo da manifestação policial é semelhante ao simbolismo das recentes manifestações civis; o propósito de alterar a realidade sem querer tocá-la. O governo percebeu perfeitamente que simulação da realidade não é a realidade e substituiu pelo chefe dos secos o chefe dos molhados.
Dizer isto não é defender o uso da violência, é muito pelo contrário, propor a opção da força das convicções por oposição.
A força das convicções não é passear de autocarro e ao fim do dia voltar para casa com a sensação de um dia bem passado, a força das convicções não é romper a barreira dos camaradas, trocar abraços e apertos de mão e voltar para trás porque as febras estão a ficar frias. A força das convicções é recusar o autocarro e recusar ir para casa, é não romper a barreira mas não arredar pé, ontem, hoje, amanhã.
A força das convicções é acção não violenta e pressupõe que o monopólio da violência por parte do Estado se traduz em capacidades muitíssimo desiguais do seu exercício em relação à sociedade civil.
Pressupõe o princípio de que, se não pode combater a violência com violência pelo simples facto de a sua admissão ser a sua legitimação para qualquer outra circunstância, é só mudar a argumentação.
E em terceiro lugar porque no exercício da violência há sempre lugar à probabilidade de perda de vidas e ninguém tem por direito requerer a vida de outrem na defesa de uma causa, (direito este concedido ao Estado, que utiliza o individuo como sua pertença e lhe permite fazer a guerra) ocupando dessa forma o lugar do inimigo.
A força das convicções é desobediência por exigência alteração da realidade, não simulação ou destruição.
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
O porquê da Troika.
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segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Os casos Machete.
É evidente... um homem que demorou 3 horas a decidir se entraria para o governo, que se podia esperar ou então um desempenho impecável!
domingo, 10 de novembro de 2013
Metafisica domingueira.
![]() |
| Imagem retirada da net |
Para nós (para mim) que existimos a vida inteira em um
ambiente urbano, que simpáticamente fomos sendo condicionados pela realidade envolvente
e vice-versa (condicionando a realidade que nos condicionou) simpatia urbana que
progressivamente armou o nosso crescimento e formação enquanto seres humanos envoltos
numa camada protectora, uma pelicula isolante, uma “ionosfera”, que nos
acreditou sermos já um Homem diferente.
O homem urbano era já uma outra espécie, uma espécie autónoma,
desligado da condição natural, desligado desde cedo da mais básica sensação de
primitivismo, da animália presente em si.
O ambiente urbano difundia, pelas suas características e
realizações, a convicção de que o homem ingressara num plano de existência e
actividade que de certa forma interiorizara o credo da superação se não mesmo
eliminação dos mecanismos inconscientes relacionados com os mais básicos comportamentos
de sobrevivência das massas humanas.
Para quem vive a vida inteira em ambiente urbano, não
deixa de ser muito interessante verificar que subjaze a todo o significado urbano
o velho intestino primordial, o curso que se julgava superado permanece, o abrigo
de hoje o mesmo de ontem, o animal embora escuso quando ameaçado mostra-se detentor
do mesmíssimo padrão, porque o único existente é o único possível.
Seriamos conduzidos a pensar que, com tudo o que o urbano
no auge da contemporaneidade auge de tudo o que do nosso tempo nos transmite a
percepção da circunstância do próprio casulo urbano, o sincronismo da resposta
fosse testável, consentâneo, extraído dos recursos entendidos como condição da própria contemporaneidade, mas não, a resposta é primária, visceral, instintiva e
podemos até extrapolar, automática.
O que apreender desta experiência que nos constrita,
apesar de todo o qualitativo do urbano, a retomar o passado em lugar da
continuidade do presente e menos ainda apressar o futuro?
É à terra que voltamos, à agricultura como bastião primário,
todo o revivalismo pelo artesanal, o vinho, o azeite, os enchidos, o queijo e
outros, como um novo princípio, um caminho sabido, como que o reconstruir da essência,
do mais basilar elemento de segurança conhecido e consciente, a
memória ancestral de satisfação, o corpo como primeiro Estado após derrocada dos
sistemas urbanos que se revelaram frágeis e não confiáveis.
Percebe-se que quando em apuros o homem regressa à
caverna, não está inscrito (ainda) na sua informação genética outro código ou
se alguma vez estará pois só o passado (o que é conhecido) transmite segurança,
o futuro (o desconhecido) pode alimentar-se de convicções, o corpo não.
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sexta-feira, 8 de novembro de 2013
A extinção do homo “operarius”.
A lasca trouxe o poder, elevou a capacidade de
sobrevivência do animal humano, garantiu mais e melhor, o prolongar da
continuidade da espécie, tornar-se superior.
Aquele que primeiro lascou, intuiu a capacidade inerente
a uma face afiada, tornou-se o homem tecnológico e com ele o seu grupo dominou.
O fogo transmutou a noite, era agora mais dia, o corpo movia
durante mais tempo com mais conforto, segurança e replicaram, dominaram; a
primeira elite do planeta.
A roda rodou rapidamente, transferiu para outros territórios
efeitos de poder, de conhecimento e reinou-se sobre os menos habilitados.
A tecnologia, resultado da capacidade de pensamento vingou,
o homem aspirava debelar as suas tormentas, prolongar a vida, salvaguardar a
existência num ambiente hostil.
A tecnologia facultava exponencial conforto, segurança,
domínio e projecção no futuro.
O homem criava a máquina, que fazia funcionar e
conquistava da natureza uma porção maior.
A máquina não parou e o homem cresceu.
O homem tecnológico viveu e morreu, das suas cinzas nasceu
a máquina que pensa, que pensa e que faz, que pensa o que faz.
O animal humano lascou a primeira pedra, replicou o fogo,
empurrou a roda, construiu a máquina e transmutou-se, preparando-se para nascer
novo homem, o homo “creativum”.
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