Sociedade voluntária

Sociedade voluntária

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Os casos Machete.

É evidente... um homem que demorou 3 horas a decidir se entraria para o governo, que se podia esperar ou então um desempenho impecável!

domingo, 10 de novembro de 2013

Metafisica domingueira.



Imagem retirada da net


Para nós (para mim) que existimos a vida inteira em um ambiente urbano, que simpáticamente fomos sendo condicionados pela realidade envolvente e vice-versa (condicionando a realidade que nos condicionou) simpatia urbana que progressivamente armou o nosso crescimento e formação enquanto seres humanos envoltos numa camada protectora, uma pelicula isolante, uma “ionosfera”, que nos acreditou sermos já um Homem diferente.
O homem urbano era já uma outra espécie, uma espécie autónoma, desligado da condição natural, desligado desde cedo da mais básica sensação de primitivismo, da animália presente em si.
O ambiente urbano difundia, pelas suas características e realizações, a convicção de que o homem ingressara num plano de existência e actividade que de certa forma interiorizara o credo da superação se não mesmo eliminação dos mecanismos inconscientes relacionados com os mais básicos comportamentos de sobrevivência das massas humanas.
Para quem vive a vida inteira em ambiente urbano, não deixa de ser muito interessante verificar que subjaze a todo o significado urbano o velho intestino primordial, o curso que se julgava superado permanece, o abrigo de hoje o mesmo de ontem, o animal embora escuso quando ameaçado mostra-se detentor do mesmíssimo padrão, porque o único existente é o único possível.
Seriamos conduzidos a pensar que, com tudo o que o urbano no auge da contemporaneidade auge de tudo o que do nosso tempo nos transmite a percepção da circunstância do próprio casulo urbano, o sincronismo da resposta fosse testável, consentâneo, extraído dos recursos entendidos como condição da própria contemporaneidade, mas não, a resposta é primária, visceral, instintiva e podemos até extrapolar, automática. 
O que apreender desta experiência que nos constrita, apesar de todo o qualitativo do urbano, a retomar o passado em lugar da continuidade do presente e menos ainda apressar o futuro?

É à terra que voltamos, à agricultura como bastião primário, todo o revivalismo pelo artesanal, o vinho, o azeite, os enchidos, o queijo e outros, como um novo princípio, um caminho sabido, como que o reconstruir da essência, do mais basilar elemento de segurança conhecido e consciente, a memória ancestral de satisfação, o corpo como primeiro Estado após derrocada dos sistemas urbanos que se revelaram frágeis e não confiáveis.
Percebe-se que quando em apuros o homem regressa à caverna, não está inscrito (ainda) na sua informação genética outro código ou se alguma vez estará pois só o passado (o que é conhecido) transmite segurança, o futuro (o desconhecido) pode alimentar-se de convicções, o corpo não.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

A extinção do homo “operarius”.



A lasca trouxe o poder, elevou a capacidade de sobrevivência do animal humano, garantiu mais e melhor, o prolongar da continuidade da espécie, tornar-se superior.
Aquele que primeiro lascou, intuiu a capacidade inerente a uma face afiada, tornou-se o homem tecnológico e com ele o seu grupo dominou.
O fogo transmutou a noite, era agora mais dia, o corpo movia durante mais tempo com mais conforto, segurança e replicaram, dominaram; a primeira elite do planeta.
A roda rodou rapidamente, transferiu para outros territórios efeitos de poder, de conhecimento e reinou-se sobre os menos habilitados.
A tecnologia, resultado da capacidade de pensamento vingou, o homem aspirava debelar as suas tormentas, prolongar a vida, salvaguardar a existência num ambiente hostil.
A tecnologia facultava exponencial conforto, segurança, domínio e projecção no futuro.
O homem criava a máquina, que fazia funcionar e conquistava da natureza uma porção maior.
A máquina não parou e o homem cresceu.
O homem tecnológico viveu e morreu, das suas cinzas nasceu a máquina que pensa, que pensa e que faz, que pensa o que faz.
O animal humano lascou a primeira pedra, replicou o fogo, empurrou a roda, construiu a máquina e transmutou-se, preparando-se para nascer novo homem, o homo “creativum”.

sábado, 12 de outubro de 2013

Preparado para ser "Chiprecidado".

RELATÓRIO DE OUTUBRO 2013 DO FMI - Fiscal monitor

The facts which state that the only way to resolve the massive debt load is through a global coordinated debt restructuring (which would, among other things, push all global banks into bankruptcy) which, when all is said and done, will have to be funded by the world's financial asset holders: the middle-and upper-class, which, if BCG is right, have a ~30% one-time tax on all their assets to look forward to as the great mean reversion finally arrives and the world is set back on a viable path. But not before the biggest episode of "transitory" pain, misery and suffering in the history of mankind. [..]

There is one thing we would like to bring to our readers' attention because we are confident, that one way or another, sooner or later, it will be implemented. Namely a one-time wealth tax: in other words, instead of stealth inflation, the government will be forced to proceed with over transfer of wealth. According to BCG, the amount of developed world debt between household, corporate and government that needs to be eliminated is just over $21 trillion.

The sharp deterioration of the public finances in many countries has revived interest in a capital levy, a one-off tax on private wealth, as an exceptional measure to restore debt sustainability.  The appeal is that such a tax, if it is implemented before avoidance is possible, and there is a belief that it will never be repeated, does not distort behavior (and may be seen by some as fair).

The tax rates needed to bring down public debt to pre-crisis levels, moreover, are sizable: reducing debt ratios to end-2007 levels would require (for a sample of 15 euro area countries) a tax rate of about 10 percent on households with positive net wealth . 

Credit to " The automatic earth"

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Oeiras - um caso para tese sociológica

Dizem, que Oeiras é o concelho com mais cidadãos licenciados do país, dizem que Oeiras é o concelho com a maior remuneração média do país.
Alguém me explica por favor o "fenómeno Isaltino" nestas eleições ou em alternativa uma craniotomia.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

O futuro, 20 anos, é agora!













E o exemplo mais perfeito: dez anos atrás eram o condutor e mais dois trabalhadores pendurados no camião, hoje o condutor faz todo o serviço sem sair da cabine.


 

A questão pertinente é: estarão estas evoluções tecnologicas ao serviço da comunidade ou serão pertença de alguns poucos?
Quem decide somos nós!

domingo, 11 de agosto de 2013

Podemos saltar etapas ou é obrigatório percorrer integralmente?


O trabalho!
Tenho imensa pena (ou não) em dizer mas jamais teremos trabalho para todos, o trabalho como fonte exclusiva de rendimento das grandes massas acabou!
Tem vindo a acabar progressivamente e, por cada nova indústria que se inicie a criação de emprego será sempre menor que em cada indústria que fecha.
Por outro lado a indústria assente em mão-de-obra barata e produtos sem acrescento de valor também têm os seus dias contados e não conseguirá proliferar pois a Ásia e a China conseguirão durante algum (bastante) tempo condições de concorrência dificílimas de ultrapassar.
Assim sendo, as industrias que nos interessam são as altamente desenvolvidas, de tecnologia de ponta, de investigação, desenvolvimento e inovação.
É portanto uma pescadinha de rabo-na-boca, se queremos competir terá de ser através do incremento tecnológico que significa menos postos de trabalho por unidade industrial.
Todas as unidades industriais a iniciar trarão menor suporte ao emprego e
simultaneamente maior especialização!
O que fazer a esse exército geracional de incompatíveis especialidades?
Decretar a instalação de indústrias ultrapassadas para os manter ocupados? Para que tenham trabalho? Produzindo coisas que ninguém quer? Ganhando ordenados de miséria para poder competir com os chineses e asiáticos?
Daí a importância das condições de vida no futuro!
Se olhando o futuro não em uma legislatura mas em 20 anos, o que veremos, façamos este exercício, o que vemos daqui a 20 anos?
Façamos então o que os políticos não fizeram a essa data.
Como estará o mundo e como poderá Portugal funcionar de forma sustentada e progressista no panorama global?
Pois é!
Voltemos então ao título – Podemos saltar etapas ou é obrigatório percorrer todo o caminho?
Devemos estar a lutar pelo direito ao trabalho ou devíamos começar a preparar as condições e lutar pela dignidade das condições de vida independentemente do trabalho, se sabemos que o trabalho tal qual o consideramos actualmente está em vias de extinção não faz muito sentido lutar por uma coisa que “evolutivamente” vai terminar.
Outra das razões para considerar a “dignidade das condições de vida” independentemente do trabalho executado é, a não plenitude da “era da informação” ou seja, as transformações na sociedade originadas pela “era da informação e do conhecimento” ainda não estão completas e uma das possíveis formas de “incorporação” de riqueza (para o PIB) no futuro pode ser a criação e transmissão de informação de forma individual e generalizada, transportando para um "reino" ainda menos fisico, substancial parte da actividade humana.


Próxima etapa a saltar: a economia.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Desabafo III

ELES querem-nos ignorantes, pobres e devotamente religiosos!
Tal qual outrora!

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Desabafo II

Estou completamente seco.
Tudo o que se está a passar neste país confirma algumas das palavras que tenho escrito, confirma o que todos sabemos mas temos medo de acreditar que seja verdade.
As palavras já não acrescentam valor, está tudo claro, transparente, à frente dos olhos, repetir é frustrante.
Tudo é sabido, resta não aceitar, ter um pouco de respeito próprio como cidadãos, como criadores de riqueza, como seres humanos em pleno século XXI.
Porra!

domingo, 28 de julho de 2013

Desabafo...

Sinto cada vez menos a motivação, a vontade, de trabalhar por dinheiro.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Devoção!...à causa publica.

O Exmo.Senhor Rui Machete afirma que foi convidado na véspera da tomada de posse pediu algum tempo para reflectir e 3 horas depois estava tomada a decisão.

Ainda há quem se sacrifique rápidamente em nome do país!  ;-)