Sociedade voluntária

Sociedade voluntária

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

O futuro, 20 anos, é agora!













E o exemplo mais perfeito: dez anos atrás eram o condutor e mais dois trabalhadores pendurados no camião, hoje o condutor faz todo o serviço sem sair da cabine.


 

A questão pertinente é: estarão estas evoluções tecnologicas ao serviço da comunidade ou serão pertença de alguns poucos?
Quem decide somos nós!

domingo, 11 de agosto de 2013

Podemos saltar etapas ou é obrigatório percorrer integralmente?


O trabalho!
Tenho imensa pena (ou não) em dizer mas jamais teremos trabalho para todos, o trabalho como fonte exclusiva de rendimento das grandes massas acabou!
Tem vindo a acabar progressivamente e, por cada nova indústria que se inicie a criação de emprego será sempre menor que em cada indústria que fecha.
Por outro lado a indústria assente em mão-de-obra barata e produtos sem acrescento de valor também têm os seus dias contados e não conseguirá proliferar pois a Ásia e a China conseguirão durante algum (bastante) tempo condições de concorrência dificílimas de ultrapassar.
Assim sendo, as industrias que nos interessam são as altamente desenvolvidas, de tecnologia de ponta, de investigação, desenvolvimento e inovação.
É portanto uma pescadinha de rabo-na-boca, se queremos competir terá de ser através do incremento tecnológico que significa menos postos de trabalho por unidade industrial.
Todas as unidades industriais a iniciar trarão menor suporte ao emprego e
simultaneamente maior especialização!
O que fazer a esse exército geracional de incompatíveis especialidades?
Decretar a instalação de indústrias ultrapassadas para os manter ocupados? Para que tenham trabalho? Produzindo coisas que ninguém quer? Ganhando ordenados de miséria para poder competir com os chineses e asiáticos?
Daí a importância das condições de vida no futuro!
Se olhando o futuro não em uma legislatura mas em 20 anos, o que veremos, façamos este exercício, o que vemos daqui a 20 anos?
Façamos então o que os políticos não fizeram a essa data.
Como estará o mundo e como poderá Portugal funcionar de forma sustentada e progressista no panorama global?
Pois é!
Voltemos então ao título – Podemos saltar etapas ou é obrigatório percorrer todo o caminho?
Devemos estar a lutar pelo direito ao trabalho ou devíamos começar a preparar as condições e lutar pela dignidade das condições de vida independentemente do trabalho, se sabemos que o trabalho tal qual o consideramos actualmente está em vias de extinção não faz muito sentido lutar por uma coisa que “evolutivamente” vai terminar.
Outra das razões para considerar a “dignidade das condições de vida” independentemente do trabalho executado é, a não plenitude da “era da informação” ou seja, as transformações na sociedade originadas pela “era da informação e do conhecimento” ainda não estão completas e uma das possíveis formas de “incorporação” de riqueza (para o PIB) no futuro pode ser a criação e transmissão de informação de forma individual e generalizada, transportando para um "reino" ainda menos fisico, substancial parte da actividade humana.


Próxima etapa a saltar: a economia.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Desabafo III

ELES querem-nos ignorantes, pobres e devotamente religiosos!
Tal qual outrora!

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Desabafo II

Estou completamente seco.
Tudo o que se está a passar neste país confirma algumas das palavras que tenho escrito, confirma o que todos sabemos mas temos medo de acreditar que seja verdade.
As palavras já não acrescentam valor, está tudo claro, transparente, à frente dos olhos, repetir é frustrante.
Tudo é sabido, resta não aceitar, ter um pouco de respeito próprio como cidadãos, como criadores de riqueza, como seres humanos em pleno século XXI.
Porra!

domingo, 28 de julho de 2013

Desabafo...

Sinto cada vez menos a motivação, a vontade, de trabalhar por dinheiro.

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Devoção!...à causa publica.

O Exmo.Senhor Rui Machete afirma que foi convidado na véspera da tomada de posse pediu algum tempo para reflectir e 3 horas depois estava tomada a decisão.

Ainda há quem se sacrifique rápidamente em nome do país!  ;-) 

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Os filhos da puta!



Estou cansado, pá
cansado e parado por dentro
Este odor miserável que nos envolve
Estou cansado destes filhos da puta que vejo passar
filhos da puta porque se eternizam
O que quero é mandá-los cagar
Cansado desta mentira
que é a vida
Obediente.
Gordos que engordam
filhos da puta a dar a dar
Mataram os sonhos
prenderam o luxo das ideias livres
Estou cansado, pá
da surdez e da surdina
desta alegria por porra nenhuma.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Memória selectiva.

A propósito do ministro das finanças e do seu desempenho, lembro aqueles que defendiam que o país devia ser gerido como uma empresa e que deviam estar ao comando gestores.

domingo, 30 de junho de 2013

Disfemismo - A greve, essa arma letal!

Na minha rua existe um vizinho novo, o "gajo" não respeita nada e ninguém, eu  altamente danado com a situação propus-me redigir-lhe uma comunicação!
Nem àgua vai, nem àgua vem, o animal não muda de atitude.
Vai daí tomei uma atitude drástica; informei-o de que iria fazer greve à saudação matinal e como tal ele deveria tomar consciência das consequências que adviriam de não lhe dar os bons-dias quando o encontrar.

Nota: efeitos secundários do elixir da juventude ou o regresso ao passado no tempo zero.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

quarta-feira, 22 de maio de 2013

domingo, 12 de maio de 2013

Até quando ou por onde?





Até quando se mantêm esta acumulação de tensão, de pressão na sociedade
portuguesa ou, por onde e de que forma se aliviará?
    Penso que a pressão se vai libertar, é impossível não se manifestar!
    A questão é como?

terça-feira, 30 de abril de 2013

Diz que é uma espécie de comunismo!



Temos todos, aguardado com expectativa, teorizando e analisando os factos que podem conduzir a uma alteração/mudança do paradigma económico e social existente. Para uns será a dialética materialista e a confrontação de classes que originará uma outra organização, para outros esse facto está dependente da evolução das consciências que não permitirão realidades que menosprezem a condição de dignidade humana.
Penso que ambas as forças colaboram para esse objectivo, claramente, mas poderá existir uma força que se revele com capacidade para impulsionar com maior intensidade e tornar o caminho mais curto.
O paradigma anterior (podemos dizer assim visto que o presente ainda não sendo novo também não é a continuação do passado), assentava na produção massiva para um consumo massivo, gerando desperdícios enormes (nos grandes países desenvolvidos está claro) e depleção de recursos naturais a um ritmo muito superior á capacidade de reposição da natureza o que compromete a continuidade deste modo de produção tornando-o insustentável.
Ora desta nova realidade terá de surgir um conjunto de princípios que  tendencialmente inverta a exploração selvagem dos recursos naturais garantindo a sobrevivência das futuras gerações.
Um dos instrumentos a utilizar poderá ser o acesso igualitário aos meios de vida ou seja, garantindo as condições dignas de vida condiciona-se o impulso formatado da incerteza, de acumulação e de procura sistemática ao que de mais recente se produz.
A sustentação dos recursos levará também a algo similar a uma limitação da produção, no sentido em que não vai ser possível nem necessário produzir tudo a toda a hora pois o objectivo é que não se consuma desenfreadamente, o que está claro desemboca na não participação ou muito menor participação do ser humano no processo produtivo o que por sua vez pode levar a alcançar a tal famosa libertação do trabalho. Pode ser que esta força, a necessidade de preservar os recursos naturais abra caminho para uma sociedade em que o modo de produção, a distribuição e a participação do individuo se assemelhe em muito a uma sociedade comunista.

Mas atenção, pode não ser assim, pode ser muito mais doloroso se não escolhermos ou deixarmos que escolham por nós.