Sociedade voluntária

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domingo, 30 de junho de 2013

Disfemismo - A greve, essa arma letal!

Na minha rua existe um vizinho novo, o "gajo" não respeita nada e ninguém, eu  altamente danado com a situação propus-me redigir-lhe uma comunicação!
Nem àgua vai, nem àgua vem, o animal não muda de atitude.
Vai daí tomei uma atitude drástica; informei-o de que iria fazer greve à saudação matinal e como tal ele deveria tomar consciência das consequências que adviriam de não lhe dar os bons-dias quando o encontrar.

Nota: efeitos secundários do elixir da juventude ou o regresso ao passado no tempo zero.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

quarta-feira, 22 de maio de 2013

domingo, 12 de maio de 2013

Até quando ou por onde?





Até quando se mantêm esta acumulação de tensão, de pressão na sociedade
portuguesa ou, por onde e de que forma se aliviará?
    Penso que a pressão se vai libertar, é impossível não se manifestar!
    A questão é como?

terça-feira, 30 de abril de 2013

Diz que é uma espécie de comunismo!



Temos todos, aguardado com expectativa, teorizando e analisando os factos que podem conduzir a uma alteração/mudança do paradigma económico e social existente. Para uns será a dialética materialista e a confrontação de classes que originará uma outra organização, para outros esse facto está dependente da evolução das consciências que não permitirão realidades que menosprezem a condição de dignidade humana.
Penso que ambas as forças colaboram para esse objectivo, claramente, mas poderá existir uma força que se revele com capacidade para impulsionar com maior intensidade e tornar o caminho mais curto.
O paradigma anterior (podemos dizer assim visto que o presente ainda não sendo novo também não é a continuação do passado), assentava na produção massiva para um consumo massivo, gerando desperdícios enormes (nos grandes países desenvolvidos está claro) e depleção de recursos naturais a um ritmo muito superior á capacidade de reposição da natureza o que compromete a continuidade deste modo de produção tornando-o insustentável.
Ora desta nova realidade terá de surgir um conjunto de princípios que  tendencialmente inverta a exploração selvagem dos recursos naturais garantindo a sobrevivência das futuras gerações.
Um dos instrumentos a utilizar poderá ser o acesso igualitário aos meios de vida ou seja, garantindo as condições dignas de vida condiciona-se o impulso formatado da incerteza, de acumulação e de procura sistemática ao que de mais recente se produz.
A sustentação dos recursos levará também a algo similar a uma limitação da produção, no sentido em que não vai ser possível nem necessário produzir tudo a toda a hora pois o objectivo é que não se consuma desenfreadamente, o que está claro desemboca na não participação ou muito menor participação do ser humano no processo produtivo o que por sua vez pode levar a alcançar a tal famosa libertação do trabalho. Pode ser que esta força, a necessidade de preservar os recursos naturais abra caminho para uma sociedade em que o modo de produção, a distribuição e a participação do individuo se assemelhe em muito a uma sociedade comunista.

Mas atenção, pode não ser assim, pode ser muito mais doloroso se não escolhermos ou deixarmos que escolham por nós.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Liberdade...


                                                                           Retirado da net

“Os cidadãos têm de levantar a sua voz, dizer o futuro e, as elites segui-los-ão, obrigatoriamente!”

Que extraordinária frase, quando li percebi imediatamente o processo de revolução em curso.
A magnífica inversão das posições de poder que expressa lava-me a alma, porque transparente, porque verdadeira, porque presente, porque futuro.
Quando uma sociedade, um povo, se determina num objectivo, num caminho, não há elite que se lhe resista.
É a consciência desta verdade que permite aprofundar a democracia e horizontalizar o processo de decisão.

Que o futuro seja o que quisermos!

Abraço livre.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Cavaco...

Cavaco Silva diz que não tem sinais de que haja vontade de ir a eleições!

Ok! Tudo bem, tudo o que precisamos de fazer é encher de novo a Praça do comércio só com cartazes a dizer "Queremos eleições já!!!"

Pode ser considerado um sinal, quem sabe? 

domingo, 31 de março de 2013

Capitalismo… forever!?


Pode o titulo enganar quem tem acompanhado as letras que por aqui deixo mas, afirmo desde já nunca me ter exaltado como perito ou especialista, muito pelo contrário, o que vou escrevendo resulta das reflexões que me obrigo a fazer para entender o mundo que me rodeia e maior parte das vezes opto por expor essas reflexões sem o devido enquadramento das doutrinas aceites e reconhecidas, intencional.

Serve a introdução para conduzir mais esta. 

O comum dos cidadãos, em que me incluo, aqueles que não são especialistas em ciência política, quando usam o termo capitalismo referem-se essencialmente ao primado do dinheiro relativamente aos outros factores da economia, referem-se essencialmente à acumulação de dinheiro que torna alguém capitalista, ou seja detentor de capital, o mesmo que dizer detentor de dinheiro, em regra muito.
Esta leitura, apesar de aceitável hoje, consequência da fase financeira do capitalismo, não representa eventualmente um entendimento mais alargado do capitalismo, podendo originar que se deite fora o bebé juntamente com a água do banho.
E o bebé é nada mais nada menos que o capital, o capital é irreversível, direi até que para eliminar o capital é necessário eliminar toda a civilização ou seja todo o conhecimento, para que seja eliminada toda a capacidade produtiva.
E porque faço uma subtil mas vital diferenciação entre capital e capitalismo?
Porque o capital é vital, já o capitalismo não.
Estarão neste momento a pensar- Este gajo é maluco, como pode querer separar o capital do capitalismo?
Vou tentar explicar!
O que é o capital?
É simples, sou adepto da simplicidade, como dizia Einstein – “No dia em que descobrirmos os segredos do Universo ficaremos admirados por não termos pensado nisso antes, dada a sua simplicidade”.
O capital é o excedente, (palavra de importância extrema, mais do que normalmente lhe damos) é aquilo que o Homem consegue produzir para além do que consome, mas não de forma ocasional, não como resultado de uma caçada mais proveitosa que o habitual ou de uma recolha mais frutuosa, o capital surgiu precisamente quando o Homem conseguiu através da sua acção directa na natureza, garantir o dia seguinte, eliminar a incerteza do futuro.
Hoje o capital já não é propriamente o excedente mas a capacidade de gerar excedente.
Não vou entrar em detalhes sobre o excedente mas é fácil perceber a evolução do excedente desde o domínio da agricultura e pecuária passando pela produção industrial até á produção financeira.
Parece assim obvia a diferença entre capital e capitalismo, o capital está intimamente ligado à capacidade de sobrevivência do ser humano, à capacidade de garantir o futuro e quanto mais evoluir mais capital o Homem vai gerar (incluindo todo o esforço em curar doenças e prolongar a vida) e a tecnologia tem e terá um papel fundamental pois será até de certa forma o capital (excedente) que nos vai libertar do actual paradigma de trabalho, pois será cada vez menos necessária intervenção humana para gerar excedente..
Assim devemos concentrar os nossos esforços em garantir o capital e eliminar o capitalismo, esse sim um conjunto de princípios que favorece a apropriação minoritária do excedente e, como dizia Marx-“O que o capitalismo tem de bom é que vai dar origem a algo melhor” e neste sentido o que se impõe pode ser socializar o capital, nunca eliminá-lo. 

sexta-feira, 29 de março de 2013

Meta - realidade VI

" As pessoas são por natureza egoistas e individualistas! "

Vamos por instantes tomar como verdadeira esta afirmação, então como explicar a racionalidade de escolher algumas das pessoas egoistas e individualistas, organizá-las de forma a que tenham poder sobre todas as outras e esperar que daí resulte uma sociedade justa e solidária ?

terça-feira, 26 de março de 2013