terça-feira, 30 de abril de 2013
Diz que é uma espécie de comunismo!
Temos todos, aguardado com expectativa, teorizando e analisando os factos que podem conduzir a uma alteração/mudança do paradigma económico e social existente. Para uns será a dialética materialista e a confrontação de classes que originará uma outra organização, para outros esse facto está dependente da evolução das consciências que não permitirão realidades que menosprezem a condição de dignidade humana.
Penso que ambas as forças colaboram para esse objectivo, claramente, mas poderá existir uma força que se revele com capacidade para impulsionar com maior intensidade e tornar o caminho mais curto.
O paradigma anterior (podemos dizer assim visto que o presente ainda não sendo novo também não é a continuação do passado), assentava na produção massiva para um consumo massivo, gerando desperdícios enormes (nos grandes países desenvolvidos está claro) e depleção de recursos naturais a um ritmo muito superior á capacidade de reposição da natureza o que compromete a continuidade deste modo de produção tornando-o insustentável.
Ora desta nova realidade terá de surgir um conjunto de princípios que tendencialmente inverta a exploração selvagem dos recursos naturais garantindo a sobrevivência das futuras gerações.
Um dos instrumentos a utilizar poderá ser o acesso igualitário aos meios de vida ou seja, garantindo as condições dignas de vida condiciona-se o impulso formatado da incerteza, de acumulação e de procura sistemática ao que de mais recente se produz.
A sustentação dos recursos levará também a algo similar a uma limitação da produção, no sentido em que não vai ser possível nem necessário produzir tudo a toda a hora pois o objectivo é que não se consuma desenfreadamente, o que está claro desemboca na não participação ou muito menor participação do ser humano no processo produtivo o que por sua vez pode levar a alcançar a tal famosa libertação do trabalho. Pode ser que esta força, a necessidade de preservar os recursos naturais abra caminho para uma sociedade em que o modo de produção, a distribuição e a participação do individuo se assemelhe em muito a uma sociedade comunista.
Mas atenção, pode não ser assim, pode ser muito mais doloroso se não escolhermos ou deixarmos que escolham por nós.
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segunda-feira, 29 de abril de 2013
Rendimento Básico Incondicional
Ou próximo do que chamei, "conceito de suficiência".
Iniciativa de cidadania Europeia - rendimento básico.
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Liberdade...
Retirado da net
“Os cidadãos têm de levantar a
sua voz, dizer o futuro e, as elites segui-los-ão, obrigatoriamente!”
Que extraordinária frase, quando li percebi imediatamente
o processo de revolução em curso.
A magnífica inversão das posições de poder que expressa
lava-me a alma, porque transparente, porque verdadeira, porque presente, porque
futuro.
Quando uma sociedade, um povo, se determina num objectivo,
num caminho, não há elite que se lhe resista.
É a consciência desta verdade que permite aprofundar a
democracia e horizontalizar o processo de decisão.
Que o futuro seja o que quisermos!
Abraço livre.
domingo, 7 de abril de 2013
BRICS planeiam banco para rivalizar com FMI.
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sexta-feira, 5 de abril de 2013
Cavaco...
Cavaco Silva diz que não tem sinais de que haja vontade de ir a eleições!
Ok! Tudo bem, tudo o que precisamos de fazer é encher de novo a Praça do comércio só com cartazes a dizer "Queremos eleições já!!!"
Pode ser considerado um sinal, quem sabe?
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Desobediência civil IV...
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segunda-feira, 1 de abril de 2013
domingo, 31 de março de 2013
Capitalismo… forever!?
Pode o titulo enganar quem tem acompanhado as letras que
por aqui deixo mas, afirmo desde já nunca me ter exaltado como perito ou
especialista, muito pelo contrário, o que vou escrevendo resulta das reflexões
que me obrigo a fazer para entender o mundo que me rodeia e maior parte das
vezes opto por expor essas reflexões sem o devido enquadramento das doutrinas
aceites e reconhecidas, intencional.
Serve a introdução para conduzir mais esta.
O comum dos cidadãos, em que me incluo, aqueles que não
são especialistas em ciência política, quando usam o termo capitalismo
referem-se essencialmente ao primado do dinheiro relativamente aos outros factores
da economia, referem-se essencialmente à acumulação de dinheiro que torna
alguém capitalista, ou seja detentor de capital, o mesmo que dizer detentor de
dinheiro, em regra muito.
Esta leitura, apesar de aceitável hoje, consequência da
fase financeira do capitalismo, não representa eventualmente um entendimento mais
alargado do capitalismo, podendo originar que se deite fora o bebé juntamente
com a água do banho.
E o bebé é nada mais nada menos que o capital, o capital
é irreversível, direi até que para eliminar o capital é necessário eliminar
toda a civilização ou seja todo o conhecimento, para que seja eliminada toda a
capacidade produtiva.
E porque faço uma subtil mas vital diferenciação entre
capital e capitalismo?
Porque o capital é vital, já o capitalismo
não.
Estarão neste momento a pensar- Este gajo é maluco, como
pode querer separar o capital do capitalismo?
Vou tentar explicar!
O que é o capital?
É simples, sou adepto da simplicidade, como dizia
Einstein – “No dia em que descobrirmos os segredos do Universo ficaremos
admirados por não termos pensado nisso antes, dada a sua simplicidade”.
O capital é o excedente, (palavra de importância extrema,
mais do que normalmente lhe damos) é aquilo que o Homem consegue produzir para
além do que consome, mas não de forma ocasional, não como resultado de uma
caçada mais proveitosa que o habitual ou de uma recolha mais frutuosa, o
capital surgiu precisamente quando o Homem conseguiu através da sua acção
directa na natureza, garantir o dia seguinte, eliminar a incerteza do futuro.
Hoje o capital já não é propriamente o excedente mas a
capacidade de gerar excedente.
Não vou entrar em detalhes sobre o excedente mas é fácil
perceber a evolução do excedente desde o domínio da agricultura e pecuária
passando pela produção industrial até á produção financeira.
Parece assim obvia a diferença entre capital e
capitalismo, o capital está intimamente ligado à capacidade de sobrevivência do
ser humano, à capacidade de garantir o futuro e quanto mais evoluir mais
capital o Homem vai gerar (incluindo todo o esforço em curar doenças e
prolongar a vida) e a tecnologia tem e terá um papel fundamental pois será até
de certa forma o capital (excedente) que nos vai libertar do actual paradigma
de trabalho, pois será cada vez menos necessária intervenção humana para gerar excedente..
Assim devemos concentrar os nossos esforços em garantir o
capital e eliminar o capitalismo, esse sim um conjunto de princípios que
favorece a apropriação minoritária do excedente e, como dizia Marx-“O que o capitalismo tem
de bom é que vai dar origem a algo melhor” e neste sentido o que se impõe pode
ser socializar o capital, nunca eliminá-lo.
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sexta-feira, 29 de março de 2013
Meta - realidade VI
" As pessoas são por natureza egoistas e individualistas! "
Vamos por instantes tomar como verdadeira esta afirmação, então como explicar a racionalidade de escolher algumas das pessoas egoistas e individualistas, organizá-las de forma a que tenham poder sobre todas as outras e esperar que daí resulte uma sociedade justa e solidária ?
Vamos por instantes tomar como verdadeira esta afirmação, então como explicar a racionalidade de escolher algumas das pessoas egoistas e individualistas, organizá-las de forma a que tenham poder sobre todas as outras e esperar que daí resulte uma sociedade justa e solidária ?
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terça-feira, 26 de março de 2013
segunda-feira, 25 de março de 2013
Meta - realidade V.
O porquê de tantas " comentadeiras " ?
É simples!
Quando a realidade se torna de tal forma evidente que permite uma leitura clara por parte dos cidadãos, há que providenciar múltiplas análises, variados pontos de vista, diferenciados postulados, para que a dúvida não se dissipe, para que a compreensão não se prolongue, para que a consciência não se eleve, para que a exigência não aumente, para que tudo flutue.
É simples!
Quando a realidade se torna de tal forma evidente que permite uma leitura clara por parte dos cidadãos, há que providenciar múltiplas análises, variados pontos de vista, diferenciados postulados, para que a dúvida não se dissipe, para que a compreensão não se prolongue, para que a consciência não se eleve, para que a exigência não aumente, para que tudo flutue.
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sábado, 23 de março de 2013
Pergunta mal intencionada II.
E se... nas próximas eleições não lhes dermos esse previlégio?
O que acontece??
O que acontece??
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partidocracia.
segunda-feira, 4 de março de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Papal , Papalvos , Papai-vos!
| Imagem retirada da net |
The International Tribunal into Crimes of Church and State
Pope will have security, immunity by remaining in the Vatican.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
domingo, 20 de janeiro de 2013
Relatório Minoritário.
Os sinais intensificam-se!
Sabemos todos, com maior ou menor grau de detalhe, que o sistema financeiro mundial colapsou, e que foram necessárias as intervenções dos estados para minimizar os danos, através de injecção de liquidez ou seja impressão de quantidades gigantescas de dinheiro novo.
Sabemos também que existe um plano concertado entre algumas das maiores potencias mundiais para desvalorizar "em paralelo" com o objectivo de não fazer perigrar o paradigma monetário vigente ou seja a referência monetária mundial actual, mas, todas as estórias têm um mas, em simultâneo os paises vão se preparando para o dia em que esse perigo se materialize.
Entre muitos sinais que têm surgido, o mais recente é de importância capital pelo seu simbolismo e significado.
http://www.globalresearch.ca/frenzy-in-the-gold-market-the-repatriation-of-germanys-post-world-war-ii-gold-reserves/5319287
P.s. - Não será altura certa para colocar algumas questões sobre as reservas de ouro Portuguesas?
Sabemos todos, com maior ou menor grau de detalhe, que o sistema financeiro mundial colapsou, e que foram necessárias as intervenções dos estados para minimizar os danos, através de injecção de liquidez ou seja impressão de quantidades gigantescas de dinheiro novo.
Sabemos também que existe um plano concertado entre algumas das maiores potencias mundiais para desvalorizar "em paralelo" com o objectivo de não fazer perigrar o paradigma monetário vigente ou seja a referência monetária mundial actual, mas, todas as estórias têm um mas, em simultâneo os paises vão se preparando para o dia em que esse perigo se materialize.
Entre muitos sinais que têm surgido, o mais recente é de importância capital pelo seu simbolismo e significado.
http://www.globalresearch.ca/frenzy-in-the-gold-market-the-repatriation-of-germanys-post-world-war-ii-gold-reserves/5319287
P.s. - Não será altura certa para colocar algumas questões sobre as reservas de ouro Portuguesas?
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domingo, 13 de janeiro de 2013
Meta - realidade IV
"As gorduras do estado"
Agora já percebemos que as gorduras do estado somos nós, os nossos pais ou os nossos avós.
Pensávamos que iriam mexer nas outras não?
Agora já percebemos que as gorduras do estado somos nós, os nossos pais ou os nossos avós.
Pensávamos que iriam mexer nas outras não?
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