Sociedade voluntária

Sociedade voluntária

domingo, 20 de janeiro de 2013

Relatório Minoritário.

Os sinais intensificam-se!

Sabemos todos, com maior ou menor grau de detalhe, que o sistema financeiro mundial colapsou, e que foram necessárias as intervenções dos estados para minimizar os danos, através de injecção de liquidez ou seja impressão de quantidades gigantescas de dinheiro novo.
Sabemos também que existe um plano concertado entre algumas das maiores potencias mundiais para desvalorizar "em paralelo" com o objectivo de não fazer perigrar o paradigma monetário vigente ou seja a referência monetária mundial actual, mas, todas as estórias têm um mas, em simultâneo os paises vão se preparando para o dia em que esse perigo se materialize.

Entre muitos sinais que têm surgido, o mais recente é de importância capital pelo seu simbolismo e significado.


http://www.globalresearch.ca/frenzy-in-the-gold-market-the-repatriation-of-germanys-post-world-war-ii-gold-reserves/5319287

P.s. - Não será altura certa para colocar algumas questões sobre as reservas de ouro Portuguesas?

domingo, 13 de janeiro de 2013

Meta - realidade IV

"As gorduras do estado"

Agora já percebemos que as gorduras do estado somos nós, os nossos pais ou os nossos avós.
Pensávamos que iriam mexer nas outras não?

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Contagem decrescente...


Que se foda o Natal!
Que se foda o Natal, ritual que até faz mal, matéria não vital, sensório superficial, hipocrisia monumental, 364 infernal, 1 anestesial, meio, quase todo, comercial, cotonete societal, limpeza rectal.
 Que se foda o Natal.

P.s. – Os velhos levam porrada nos lares, as crianças ficam sem comer nas escolas, que se foda o Natal.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Nano-conto de Natal


O seu ser repousava lúgubre, o corpo cansado acompanhava a sua mente naquela que era a sua percepção de uma vida, levando a que, consciente da brevidade do último suspiro, da última inalação, o único arrependimento que sentia era de não ter feito.
Por breves segundos, percebeu com clareza, com aquela clareza que acompanha a nossa verdade, que tinha perdido, tempo, sim tempo, essa contagem da combustão da vida, com coisas insignificantes, pormenores, detalhes, diferenças, regras ou leis e imposições.
Percebeu que tinha sido possível concretizar tudo, falhar e voltar a tentar, concretizar e regozijar, que não havia reais limites para o que fosse que desejasse viver.
Percebeu que o limite era ele próprio, ele personificado nos outros, todos, ele enquanto sociedade, percebeu que foram as regras e os valores da sociedade que o limitaram, que a mesma construção humana que garante o desenvolvimento impede-o, conservado.
Percebeu que tudo o que não fez foi por seguir os padrões regentes de uma sociedade, por decidir manter-se enquadrado no grandioso meridiano ad norma.
Com a clareza que acompanha a nossa verdade percebeu que não existem limites e que a sua vontade esteve sempre ali, a um passo, ao virar da esquina da plenitude da realização, tivesse não seguido a norma.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Meta - realidade III

Os donos disto tudo (aqueles que andam sempre aos tiros) imprimem dinheiro com fartura, "vendem-no" aos chineses e, estes pegam nele e compram EDP`s por todo o lado.

Ps - Assim também eu era magnata das caricas do sumol.

domingo, 25 de novembro de 2012

Meta - realidade II

"Refundar o Estado".

Mas alguém imagina que exista a intenção de reformar o Estado, reformar as funções do estado no sentido de o agilizar, especializar, diminuir ou "moralizar"?
Claro que não, porque um estado pequeno e eficiente é sinónimo de menos poder e eles não querem menos poder, o que eles querem é menos despesa, mas não somente despesa, é a despesa social do estado que querem menos, é a despesa com as pessoas.

Meta - realidade.

"Andamos a viver acima das nossas possibilidades".

Viver acima das possibilidades é impossível.
Por um lado, se se viveu acima é porque existia a possibilidade, redundantemente se existia essa possibilidade não se pode considerar acima...

... por outro lado, viver acima das possibilidades é impossível porque simplesmente ninguém pode gastar mais do que ganha ...
...a não ser que ...
... tenha existido a participação do sistema financeiro na expanção da capacidade dos individuos gastarem,
mas isso não se pode dizer porque significa atribuir responsabilidades à banca o que implica participar grandemente nos sacrifícios e isso é prejudicar o grande capital.

domingo, 23 de setembro de 2012

Palavras para que vos quero ...

Para que servem as palavras se não reflectirem o corpo interior do Homem, se não nascerem cá fora iguais ao nascimento cá dentro?

sábado, 22 de setembro de 2012

domingo, 2 de setembro de 2012

A carne da nossa carne ou a vida num só dia!

Começo por pedir desculpa àqueles, poucos, que acompanham a escrita deste espaço, desculpa pela ausência, desculpa pela falta de uma palavra de justificação.
Foi no dia 18 de Julho precisamente à data do ultimo post que um telefonema anunciou que carne da minha carne tinha dado entrada nas urgências do hospital, um acidente de moto colocou meu filho num estado gravíssimo que se prolonga até hoje.
Inicialmente e durante três semanas em estado de coma e presentemente em estado de consciência reduzida. Como é de calcular a vida desmorona-se num só dia e os propósitos, as vontades e até as próprias capacidades me encontram diminuído. Hesitei durante algum tempo em justificar aqui este facto, por ser pessoal e por de certa forma não querer interferir na consciência de outros mas o dever de respeito para com quem aqui passa falou mais alto. Tentarei na medida das possibilidades continuar a “pensar” (como se fosse um grande pensador!?) a realidade e a essência das coisas em conformidade com a minha humilde dimensão.

Um abraço libertador.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Liberdade - a era da “doutrina prática”.

A era do convencimento teórico está a chegar ao fim, a era da exposição das filosofias que podem responder como alternativas ao sistema existente de forma teórica chegou ao seu limite, as pessoas já não respondem massivamente ou de forma apaixonada aos teoremas. Estamos a iniciar um novo capítulo de apresentação de alternativas, a implementação prática dessas mesmas alternativas, a concretização de novos modelos arrasta muito mais facilmente as pessoas, a efectiva implementação de novos conceitos motiva muito mais, inclui cada vez mais pessoas, não por convencimento teórico mas por demostração prática, por inclusão, por participação.