Sociedade voluntária

Sociedade voluntária

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Contagem decrescente...


Que se foda o Natal!
Que se foda o Natal, ritual que até faz mal, matéria não vital, sensório superficial, hipocrisia monumental, 364 infernal, 1 anestesial, meio, quase todo, comercial, cotonete societal, limpeza rectal.
 Que se foda o Natal.

P.s. – Os velhos levam porrada nos lares, as crianças ficam sem comer nas escolas, que se foda o Natal.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Nano-conto de Natal


O seu ser repousava lúgubre, o corpo cansado acompanhava a sua mente naquela que era a sua percepção de uma vida, levando a que, consciente da brevidade do último suspiro, da última inalação, o único arrependimento que sentia era de não ter feito.
Por breves segundos, percebeu com clareza, com aquela clareza que acompanha a nossa verdade, que tinha perdido, tempo, sim tempo, essa contagem da combustão da vida, com coisas insignificantes, pormenores, detalhes, diferenças, regras ou leis e imposições.
Percebeu que tinha sido possível concretizar tudo, falhar e voltar a tentar, concretizar e regozijar, que não havia reais limites para o que fosse que desejasse viver.
Percebeu que o limite era ele próprio, ele personificado nos outros, todos, ele enquanto sociedade, percebeu que foram as regras e os valores da sociedade que o limitaram, que a mesma construção humana que garante o desenvolvimento impede-o, conservado.
Percebeu que tudo o que não fez foi por seguir os padrões regentes de uma sociedade, por decidir manter-se enquadrado no grandioso meridiano ad norma.
Com a clareza que acompanha a nossa verdade percebeu que não existem limites e que a sua vontade esteve sempre ali, a um passo, ao virar da esquina da plenitude da realização, tivesse não seguido a norma.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Meta - realidade III

Os donos disto tudo (aqueles que andam sempre aos tiros) imprimem dinheiro com fartura, "vendem-no" aos chineses e, estes pegam nele e compram EDP`s por todo o lado.

Ps - Assim também eu era magnata das caricas do sumol.

domingo, 25 de novembro de 2012

Meta - realidade II

"Refundar o Estado".

Mas alguém imagina que exista a intenção de reformar o Estado, reformar as funções do estado no sentido de o agilizar, especializar, diminuir ou "moralizar"?
Claro que não, porque um estado pequeno e eficiente é sinónimo de menos poder e eles não querem menos poder, o que eles querem é menos despesa, mas não somente despesa, é a despesa social do estado que querem menos, é a despesa com as pessoas.

Meta - realidade.

"Andamos a viver acima das nossas possibilidades".

Viver acima das possibilidades é impossível.
Por um lado, se se viveu acima é porque existia a possibilidade, redundantemente se existia essa possibilidade não se pode considerar acima...

... por outro lado, viver acima das possibilidades é impossível porque simplesmente ninguém pode gastar mais do que ganha ...
...a não ser que ...
... tenha existido a participação do sistema financeiro na expanção da capacidade dos individuos gastarem,
mas isso não se pode dizer porque significa atribuir responsabilidades à banca o que implica participar grandemente nos sacrifícios e isso é prejudicar o grande capital.

domingo, 23 de setembro de 2012

Palavras para que vos quero ...

Para que servem as palavras se não reflectirem o corpo interior do Homem, se não nascerem cá fora iguais ao nascimento cá dentro?

sábado, 22 de setembro de 2012

domingo, 2 de setembro de 2012

A carne da nossa carne ou a vida num só dia!

Começo por pedir desculpa àqueles, poucos, que acompanham a escrita deste espaço, desculpa pela ausência, desculpa pela falta de uma palavra de justificação.
Foi no dia 18 de Julho precisamente à data do ultimo post que um telefonema anunciou que carne da minha carne tinha dado entrada nas urgências do hospital, um acidente de moto colocou meu filho num estado gravíssimo que se prolonga até hoje.
Inicialmente e durante três semanas em estado de coma e presentemente em estado de consciência reduzida. Como é de calcular a vida desmorona-se num só dia e os propósitos, as vontades e até as próprias capacidades me encontram diminuído. Hesitei durante algum tempo em justificar aqui este facto, por ser pessoal e por de certa forma não querer interferir na consciência de outros mas o dever de respeito para com quem aqui passa falou mais alto. Tentarei na medida das possibilidades continuar a “pensar” (como se fosse um grande pensador!?) a realidade e a essência das coisas em conformidade com a minha humilde dimensão.

Um abraço libertador.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Liberdade - a era da “doutrina prática”.

A era do convencimento teórico está a chegar ao fim, a era da exposição das filosofias que podem responder como alternativas ao sistema existente de forma teórica chegou ao seu limite, as pessoas já não respondem massivamente ou de forma apaixonada aos teoremas. Estamos a iniciar um novo capítulo de apresentação de alternativas, a implementação prática dessas mesmas alternativas, a concretização de novos modelos arrasta muito mais facilmente as pessoas, a efectiva implementação de novos conceitos motiva muito mais, inclui cada vez mais pessoas, não por convencimento teórico mas por demostração prática, por inclusão, por participação.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Externalização de deus, o conceito de autoridade.


Deus criou o universo, obrigatoriamente o nosso planeta e tudo o que nele existe, incluindo nós mesmos, o que não significa que deus seja uma entidade externa à criação e muito menos que sendo a própria (criação), tenha de se excluir a sua existência.
A diferença é enorme, entre um universo que é, ele mesmo deus e um outro em que deus se encontra fora, contemplando a sua obra e vigiando quem quebra as suas regras.
Ora é precisamente neste ponto, nas regras e seu cumprimento que balança a questão, é que o facto de concebermos deus como uma entidade exterior à criação, ao universo, implica quase que obrigatoriamente que o determinemos como uma entidade superior, superior à sua própria criação, o que por sua vez conduz inevitavelmente ao estatuto de autoridade suprema.
 Estando supostamente a sua essência para lá do nosso entendimento, sendo uma entidade superior e autoridade suprema, é então condição obrigatória obedecer.
Mas para obedecer é necessário saber quais as regras, como quer deus ver essas regras cumpridas, e para isso, alguém entre os homens ficará com essa responsabilidade, explicar aos outros o que deus quer.
Estão criadas as condições para o exercício da autoridade, depois de alguém estar encarregue de nos dizer quais as regras a cumprir, à que incumbir outro alguém de penalizar quem não cumpre.

Faz lembrar algo?

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Obviamente!

É desigual sendo só para alguns, agora se todos ficarem sem subsídios, obviamente...!

Nem de propósito - o Bosão de Deus

É determinada esta urgência em encontar a presença de deus no universo, na criação!
Porquê?
Qual a importância de encontrar a presença de deus?
Vem ao encontro do post anterior, o homem precisa desesperadamente voltar a saber se deus é a própria criação ou se deus se encontra fora da criação.
Se deus é a própria criação, então o homem é deus e o pecado não existe e  o homem é livre.
Por outro lado se deus se encontra fora da criação, então o homem está dependente, o pecado é a não obediência e o homem condicionado.
Esta é a questão colocada ao acelerador de partículas.
As instituições religiosas sempre foram o garante de que deus estava fora do universo(da criação).
É possivel que isso esteja prestes a mudar, sabemos o que significa, sabemos pois!

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Não é acerca do dinheiro!


Nunca foi acerca do dinheiro pois não?
Já foi a noite, foram os elementos e os mistérios siderais, foi a fome, o trabalho, os valores e costumes, agora, é o dinheiro!
Todos os motivos serviram e servem, agora é o dinheiro, provavelmente outros virão!
É que estes são apenas os meios e não os fins, os meios de atingir os fins, e que fins?
Dominação e controle do ser humano!
Nim!
Dominação e controle do destino do ser humano, dominação e controle da definição de ser humano.
Os fins reportam-nos ao início, o que é o ser humano, qual o seu papel no grande esquema das coisas?
E a grande batalha perdura, é o homem deus ou não?
É o homem, como parte integrante do deus manifesto em todas as coisas, deus, ou a criação é uma externalização de deus e como tal, o homem não deus.
Nunca foi acerca do dinheiro, como nunca foi acerca da escravatura, da liberdade, da guerra ou de qualquer outro facto, foi,  é, acerca do que o homem É, e isso, é que se materializa em todas as outras questões.
Esta é a essência de todo o percurso e desenvolvimento do homem, esta é a razão por que chegamos aqui da forma como chegamos, passando por tudo o que passamos.
Esta é a história do homem.